OPaís
Ouça Rádio+
Sex, 6 Fev 2026
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Jornal O País
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Ouça Rádio+
Jornal O País
Sem Resultados
Ver Todos Resultados

ONU emite relatório detalhado com críticas ao bloqueio dos EUA a Cuba

Jornal Opais por Jornal Opais
31 de Outubro, 2024
Em Mundo

A Organização das Nações Unidas (ONU) divulgou um relatório detalhado e crítico sobre as sanções dos EUA a Cuba, cuja ilegalidade voltou a ser debatida, ontem, em Assembleia Geral, que emitiu uma resolução que deve ter apoio quase unânime mas poucas consequências, informou o site Notícias ao Minuto.

Poderão também interessar-lhe...

Depressão e tempestade influenciam 2.ª volta das eleições portuguesas

Observatório acusa China de construir “estado policial tecnológico distópico”

Especialista destaca 3 factores-chave que podem decidir o destino do Tratado Novo START

Esta é a trigésima segunda vez que Cuba apresenta esta resolução, que está a ganhar cada vez mais apoio contra o pacote de sanções económicas dos EUA que dura há 62 anos.

A Assembleia Geral solicitou à secretaria-geral que elaborasse um relatório de consulta aos países membros e aos órgãos do sistema das Nações Unidas sobre esta resolução intitulada “Necessidade de pôr fim ao bloqueio económico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos da América contra Cuba”.

O relatório final, elaborado ao longo deste ano, inclui respostas contundentes contra o bloqueio dos EUA a Cuba por parte de mais de 180 países e 35 instituições internacionais, incluindo o Unicef, o Programa Alimentar Mundial da ONU, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento ou a Organização Mundial da Saúde.

A resolução, cujo debate na Assembleia Geral decorreu entre Terça e Quarta-feira, altura em que está prevista a votação, reafirma “a igualdade soberana dos Estados, a não intervenção e não ingerência nos assuntos internos, e a liberdade de comércio e de navegação internacional”.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros de Cuba indicou à agência Efe que espera alcançar este ano um resultado “muito semelhante” ao de 2023, em que obteve 187 votos a favor, apenas dois contra (Estados Unidos e Israel) e uma abstenção (Ucrânia).

A delegação russa, que também fez os seus comentários no relatório da secretaria-geral, tomou a palavra durante a primeira sessão do debate na Assembleia Geral para definir a política dos EUA em Cuba como “um vestígio da Guerra Fria”. “Este é um exemplo muito claro de neocolonialismo por parte dos Estados Unidos.

Afecta Cuba e os 200 Estados que desejam estabelecer relações comerciais com Cuba”, defendeu, ontem, o representante russo na ONU, Vasili Nebenzia, no seu discurso. E

sta posição foi coincidente com delegações latino-americanas como a brasileira – em representação do Grupo dos 77 e a China – e também a mexicana, entre outras.

“É um bloqueio que concentra o mais injusto, severo e prolongado sistema de medidas coercivas e unilaterais contra qualquer país da história moderna”, sublinhou a delegação venezuelana, dando um passo em frente na crítica à “mentalidade supremacista” dos EUA. Washington decretou as primeiras sanções contra Cuba em 1959, logo após o triunfo da revolução na ilha, mas o primeiro grande bloco de medidas chegou em 1962, com o presidente John F.

Kennedy. Desde então, têm sido alargadas e intensificadas em diversas ocasiões, como com a lei Helms-Burton (1996) ou as 240 medidas da administração Trump (2017-2021).

A administração de Joe Biden praticamente manteve as medidas de Trump. Cuba sofre com a escassez de alimentos, medicamentos e combustível, apagões diários prolongados, inflação desenfreada, aumento da ‘dolarização’ e deterioração dos serviços estatais, como a educação e a saúde.

Jornal Opais

Jornal Opais

Recomendado Para Si

Depressão e tempestade influenciam 2.ª volta das eleições portuguesas

por Jornal OPaís
6 de Fevereiro, 2026

A poucos dias da realização da segunda volta das eleições presidenciais em Portugal, a conjunção de depressões atmosféricas severas e...

Ler maisDetails

Observatório acusa China de construir “estado policial tecnológico distópico”

por Jornal OPaís
5 de Fevereiro, 2026
DR

O Observatório dos Direitos Humanos (ODH) acusou, ontem, Pequim de construir “um Estado policial tecnológico distópico” e de procurar exportar...

Ler maisDetails

Especialista destaca 3 factores-chave que podem decidir o destino do Tratado Novo START

por Jornal OPaís
5 de Fevereiro, 2026
DR

O Tratado de Redução de Armas Estratégicas (Novo START) está prestes a expirar e um especialista destacou à Sputnik três...

Ler maisDetails

Comissário europeu defende que UE não deve ficar dependente de energia dos EUA

por Jornal OPaís
30 de Janeiro, 2026

O comissário europeu da Energia defende que a União Europeia (UE) não pode ficar dependente da energia dos Estados Unidos,...

Ler maisDetails

A palavra do morto – Vidas de Ninguém (X)

6 de Fevereiro, 2026

Carta do leitor: Cantos da cidade de Luanda cheiram mal

6 de Fevereiro, 2026

É de hoje…Uma certeza chamada Corredor do Lobito

6 de Fevereiro, 2026

Integração regional

6 de Fevereiro, 2026
OPais-logo-empty-white

Para Sí

  • Medianova
  • Rádiomais
  • OPaís
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos

Radiomais Luanda

99.1 FM Emissão online

Radiomais Benguela

96.3 FM Emissão online

Radiomais Luanda

89.9 FM Emissão online

Direitos Reservados Socijornal© 2026

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Ouça Rádio+

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.