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ONU denuncia operação de libertação de reféns e os seus raptores

As Nações Unidas declararam-se ontem, em Genebra, “profundamente chocadas” com o impacto sobre os civis da operação israelita de libertação de reféns e “profundamente angustiadas” com o facto de grupos palestinianos continuarem a manter pessoas sequestradas

Jornal Opais por Jornal Opais
12 de Junho, 2024
Em Mundo
Tempo de Leitura: 3 mins de leitura
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“Todas estas acções, de ambas as partes, podem constituir crimes de guerra”, sublinhou o porta-voz do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Jeremy Laurence, acrescentando que não dispõe de meios independentes para verificar o número de 274 civis mortos pelo Hamas em Gaza, mas que considera que é “quase 100% exacto”.

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O gabinete dos direitos humanos das Nações Unidas está a citar possíveis crimes de guerra por parte das forças israelitas e dos grupos armados palestinianos, relacionados com um ataque mortal das forças israelitas que libertou quatro reféns no fim de semana.

Laurence manifestou preocupação quanto a possíveis violações das regras de proporcionalidade, distinção e precaução por parte das forças israelitas no ataque de sábado ao campo de refugiados urbano de Nuseirat.

As autoridades sanitárias palestinianas afirmam que pelo menos 274 palestinianos, incluindo dezenas de mulheres e crianças, foram mortos na operação. Laurence afirmou que os grupos armados palestinianos que mantêm reféns em zonas densamente povoadas estão a colocar a vida dos civis próximos e as dos próprios sequestrados em “riscos acrescidos” devido às hostilidades.

“Foi catastrófica a forma como isto foi levado a cabo, na medida em que os civis – mais uma vez – foram apanhados no meio disto”, acrescentou Laurence, referindose tanto à operação militar israelita como ao conflito de mais de oito meses que começou a 07 de Outubro.

O facto de quatro reféns estarem agora em liberdade é claramente uma boa notícia. Estes reféns nunca deveriam ter sido capturados. Trata-se de uma violação do direito internacional humanitário. Têm de ser libertados. Todos eles.

E imediatamente”, prosseguiu Laurence. “Mas a forma como o raide foi efectuado numa zona tão densamente povoada põe seriamente em causa o respeito pelos princípios da distinção, da proporcionalidade e da precaução – tal como definidos nas leis da guerra – por parte das forças israelitas”, sublinhou Laurence.

O Gabinete do Alto Comissário “está também profundamente preocupado com o facto de os grupos armados palestinianos continuarem a manter numerosos reféns, na sua maioria civis, o que é proibido pelo direito humanitário internacional”, sublinhou Laurence.

O exército israelita anunciou no sábado que tinha libertado quatro eféns das mãos dos grupos armados palestinianos que os tinham capturado durante o ataque sem precedentes em solo israelita de 7 de Outubro.

Ontem, quatro soldados israelitas foram mortos e outros seis ficaram feridos numa explosão num edifício no sul da Faixa de Gaza, informou o Exército judaico. Os quatro soldados pertenciam à brigada Girati e, segundo o The Times of Israel, dois dos mortos, ambos com 19 anos, estavam em período de treino. Todos morreram dentro de um prédio cheio de explosivos, na cidade de Rafah, na fronteira com o Egipto.

Segundo o Times of Israel, os soldados terão encontrado no prédio a entrada de um túnel que acreditavam ser a casa de um combatente do Hamas. Desde o início da guerra entre Israel e o Hamas na Faixa de Gaza, pelo menos 299 soldados israelitas foram mortos no enclave palestiniano.

O conflito em curso na Faixa de Gaza foi desencadeado pelo ataque do grupo islamita Hamas em solo israelita de 07 de Outubro de 2023, que causou cerca de 1.200 mortos e duas centenas de reféns, segundo as autoridades israelitas.

Desde então, Telavive lançou uma ofensiva na Faixa de Gaza que até ao momento provocou mais de 36.500 mortos e 82.000 feridos segundo o Hamas, classificado como “organização terrorista” por Israel, União Europeia e Estados Unidos.

Calcula-se ainda que 10.000 palestinianos permanecem soterrados nos escombros após cerca de oito meses de guerra, que também está a desencadear uma grave crise humanitária.

O conflito causou também quase dois milhões de deslocados, mergulhando o enclave palestiniano sobrepovoado e pobre numa grave crise humanitária, com mais de 1,1 milhões de pessoas numa “situação de fome catastrófica” que está a fazer vítimas – “o número mais elevado alguma vez registado” pela ONU em estudos sobre segurança alimentar no mundo.

 

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