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Na mira do TPI e despedido por Netanyahu, Gallant sai agora do parlamento

O antigo responsável pela pasta da Defesa, Yoav Gallant, foi demitido por Benjamin Netanyahu há dois meses. Agora, diz que é “preciso parar” e fazer uma avaliação - e anunciou a saída do parlamento

Jornal Opais por Jornal Opais
3 de Janeiro, 2025
Em Mundo

O antigo ministro da Defesa de Israel, Yoav Gallant, renunciou ao seu lugar no parlamento, órgão conhecido como Knesset. “Tal como acontece no campo de batalha, também acontece no serviço público.

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Há momentos em que é preciso parar, avaliar e escolher uma direcção para atingir os objectivos”, explicou o antigo governante, num discurso emitido na televisão pública, na Quartafeira.

Note-se que, à semelhança do que aconteceu com o primeiroministro de Israel, Benjamin Netanyahu, também foi emitido pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) um mandado de captura contra o ex-governante, no âmbito do conflito com o Hamas.

E esta não é a primeira ‘saída’ de Gallant, dado que, em Novembro de 2024, o responsável foi demitido depois de meses de desacordos com o chefe de governo israelita.

Mas a disputa entre os dois já é mesmo anterior ao conflito com o Hamas se adensar, já que meses antes do ataque de 7 de Outubro de 2023 Gallant foi despedido por Netanyahu.

A situação aconteceu em Março desse mesmo ano, mas houve manifestações e e Gallant continuou no cargo.Em Novembro do ano passado, foi de vez. O anúncio foi feito por Netanyahu, que sublinhou que “nos primeiros meses de guerra tinha havido confiança e um trabalho muito frutífero”, mas que nos últimos tempos a confiança se tinha “quebrado”.

“Fiz muitas tentativas para colmatar estas lacunas, mas elas continuaram a aumentar”, garantiu Benjamin Netanyahu, acrescentando que estas quebras de confiança chegaram não só ao público, “de forma inaceitável”, como também “ao inimigo”, que terá “beneficiado disso”.

No mesmo dia, a 5 de Novembro de 2024, Gallant justificou que a demissão foi, principalmente, por três razões: “A minha posição firme sobre o recrutamento universal [incluindo de judeus ultra-ortodoxos], o compromisso de devolver os reféns e a necessidade de uma comissão de inquérito estadual sobre o dia 7 de Outubro”.

O ex-ministro da Defesa israelita, Yoav Gallant, reconheceu ontem que foi demitido por ter contradito o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, em três temas relacionados com a guerra, defendendo que os reféns detidos em Gaza devem regressar o “mais rapidamente possível”.

Após Gallant ser demitido, Netanyahu ‘passou’ o então ministro dos Negócios Estrangeiros, Israël Katz, para a pasta da Defesa.

O chefe de governo justificou a mudança dizendo que Katz “já deu provas das suas capacidades e dos seus contributos para a segurança nacional”. Em relação às divergências, note-se que Netanyahu se recusa implementar a ordem jurídica para a implementação de judeus ortodoxos no exército, face à ameaça expressa dos dois partidos ultraortodoxos da sua coligação – Shas e Judaísmo da Torá Unida.

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