Neste Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, a ONU destaca os riscos de censura, vigilância, assédio legal e morte que os profissionais do setor enfrentam.
Em mensagem para marcar a data, celebrada neste 3 de maio, o secretário-geral das Nações Unidas ressaltou que os últimos anos registaram um aumento acentuado no número de jornalistas mortos, muitas vezes visados deliberadamente, em zonas de guerra.
António Guterres alertou que 85% de todos os crimes cometidos contra jornalistas não são investigados e ficam sem sentença, algo que ele considera “um nível de impunidade inaceitável”.
Ele lembrou que estes profissionais arriscam tudo para relatar a verdade, não apenas na guerra, mas em todas as situações onde “aqueles que detêm o poder receiam o escrutínio”.
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