BANCO BAI MINEA SOCIJORNAL
OPaís
Ouça Rádio+
Qui, 7 Mai 2026
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Jornal O País
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Ouça Rádio+
Jornal O País
Sem Resultados
Ver Todos Resultados

Mais de 8.500 migrantes mortos tornam 2023 o ano mais mortal da década

Jornal Opais por Jornal Opais
7 de Março, 2024
Em Mundo

Pelo menos 8.565 pessoas morreram em 2023 a percorrer as rotas migrató- rias mundiais, tornando o ano passado no mais mortal já registado, avançou, ontem, o Projecto Migrantes Desapare- cidos da Organização Internacional para as Migrações (OIM)

Poderão também interessar-lhe...

Coreia do Sul revê apoio sobre operações dos EUA em Ormuz

Milhares marcham em Kinshasa em apoio às sanções dos EUA contra Kabila

Zelensky pede “voz europeia comum” em negociações com Rússia

O número de mortos em 2023 representa um aumento de 20% em relação a 2022, adianta a organização, sublinhando, em comunicado ontem divulgado, a “necessidade urgente de medidas para evitar mais perdas de vidas”.

O total do ano passado ultrapassa o recorde de mortos e desaparecidos a nível mundial que tinha sido registado em 2016, quando 8.084 pessoas morreram durante a migração.

A travessia do Mediterrâneo continua a ser a rota mais mortal para migrantes, com pelo menos 3.129 mortes e desaparecidos, o que constitui o número de vítimas mortais mais elevado da região desde 2017.

Mas a OIM também registou, em 2023, números sem precedentes de mortes de migrantes em África (1.866) e na Ásia (2.138).

Em África, a maioria destas mortes aconteceu no deserto do Sahara e na rota marítima para as Ilhas Canárias, enquanto na Ásia, a situação pior foi vivida pelos refugiados afegãos e ‘rohingyas’, grupo étnico proveniente, sobretudo, de Myanmar.

O projecto da OIM, que assinala este ano 10 anos de existência, soma mais de 63.000 migrantes mortos em todo o mundo na última década, sendo que quase metade se deveu a afogamentos.

De facto, a travessia do mar Mediterrâneo contabilizou pelo menos 22.953 mortos em 10 anos, só naquela que é considerada a pior rota, a do Mediterrâneo Central, que sai da Líbia, Argélia e Tunísia em direcção à Europa, nomeadamente Itália e Malta.

“Ao assinalarmos os 10 anos do Projecto Migrantes Desaparecidos, começamos por recordar todas as vidas perdidas.

Cada uma é uma terrível tragédia humana que se repercutirá nas famílias e nas comunidades durante os próximos anos”, disse o vice-director geral da OIM, Ugochi Daniels, citado no relatório da organização.

Mas “estes números horríveis recolhidos pelo Projecto Migrantes Desaparecidos são também um lembrete de que devemos voltar a comprometer-nos com uma acção maior que possa garantir uma migração segura para todos, para que daqui a 10 anos as pessoas não tenham de continuar a arriscar as suas vidas em busca de uma vida melhor”, defendeu.

O Projecto Migrantes Desaparecidos foi criado em 2014, após dois naufrágios devastadores ao largo da costa de Lampedusa, Itália, e é reconhecido como o único indicador que mede o nível de “segurança” da migração nos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável e no Pacto Global para uma Migração Segura, Ordenada e Regular.

Dez anos depois, é hoje a única base de dados de acesso aberto sobre mortes e desaparecimentos de migrantes, mas assume que o número de casos reais em todo o mundo deverá ser muito mais elevado do que os 63 mil documentados.

Os restos mortais de mais de 26 mil pessoas que perderam a vida durante a migração não foram recuperados, refere o documento, explicando que a recolha de dados enfrenta muitos desafios, especialmente em locais remotos, como o Parque Nacional de Darién, Panamá, e as rotas marítimas, onde a OIM denuncia, regularmente, “naufrágios invisíveis”, em que barcos cheios de migrantes desaparecem sem deixar rasto.

Jornal Opais

Jornal Opais

Recomendado Para Si

Coreia do Sul revê apoio sobre operações dos EUA em Ormuz

por Jornal OPaís
6 de Maio, 2026

A Coreia do Sul vai “reavaliar cuidadosa mente” uma eventual participação nas operações dos EUA no Estreito de Ormuz, anunciou,...

Ler maisDetails

Milhares marcham em Kinshasa em apoio às sanções dos EUA contra Kabila

por Jornal OPaís
6 de Maio, 2026

Milhares de apoiantes do Governo foram às ruas da capital congolesa, Kinshasa, Segunda-feira, em apoio às sanções dos Estados Unidos...

Ler maisDetails

Zelensky pede “voz europeia comum” em negociações com Rússia

por Jornal OPaís
5 de Maio, 2026

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, pediu ontem uma “voz europeia comum” nas negociações com a Rússia para pôr fim à...

Ler maisDetails

130 nigerianos pedem repatriação da África do Sul devido à tensão xenófoba

por Jornal OPaís
5 de Maio, 2026

Pelo menos 130 cidadãos nigerianos na África do Sul pediram a repatriação deste país devido aos crescentes actos xenófobos contra...

Ler maisDetails

Radiomais em 4 Vozes: Novos Podcasts

Turma do Sapo Sapinho anima público juvenil com a tournée “O Jardim da Amizade”

7 de Maio, 2026

V edição do “Reggae Sunset Vibes” promove valorização das raízes africanas

7 de Maio, 2026

Oficina de leitura infantil dá voz às crianças do Malueca e desperta criatividade literária

7 de Maio, 2026

Mais de mil famílias afectadas pelas cheias em Benguela regressam aos locais de origem

7 de Maio, 2026
Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • OPaís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Ouça Rádio+

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.