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Irão rejeita acusações de ingerência

O Irão rejeitou ontem as acusações do primeiro-ministro libanês, Najib Mikati, de que a República Islâmica esteja a interferir nos assuntos internos do Líbano, após comentários atribuídos ao presidente do Parlamento iraniano 

Jornal Opais por Jornal Opais
22 de Outubro, 2024
Em Mundo

“O Irão nunca pretendeu interferir nos assuntos internos do Líbano e nunca agiu dessa forma”, disse o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Esmaeil Baghaei, durante a sua conferência de imprensa semanal.

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“Estamos a falar com qualquer país que proponha uma iniciativa para pôr fim aos crimes e agressões contra o Líbano, bem como ao genocídio em Gaza”, acrescentou, citando um “mal-entendido” em relação às observações atribuídas ao presidente do parlamento iraniano, Mohammad-Bagher Ghalibaf.

Um artigo publicado na quintafeira pelo jornal francês Le Fígaro dava conta de que o presidente do parlamento iraniano, que visitou Beirute na semana passada, teria afirmado que Teerão estava prestes a negociar um cessar-fogo no Líbano com Paris.

Após um ano de trocas de tiros fronteiriços, Israel e o grupo xiita libanês Hezbollah, que é próiraniano, estão agora em guerra aberta no Líbano, onde o exército israelita lançou, no final de Setembro, uma ofensiva terrestre.

“Para atingir este objectivo do cessar-fogo, o presidente do parlamento diz-nos que o Irão estaria pronto para negociar concretamente as medidas para implementar a resolução 1701 [do Conselho de Segurança da ONU] com a França, que atuaria como país mediador entre o Hezbollah e Israel”, refere o artigo do diário francês.

A resolução 1701 marcou o fim da guerra anterior entre Israel e o Hezbollah, em 2006, e estipula que apenas as forças de manutenção da paz e o exército libanês devem ser destacados para o sul do Líbano, na fronteira com Israel. “Estamos surpreendidos com esta posição, que constitui uma ingerência flagrante nos assuntos libaneses e uma tentativa de estabelecer uma tutela, que rejeitamos, sobre o Líbano”, reagiu Najib Mikati.

Esta é a primeira vez que o primeiro-ministro libanês, que mantém boas relações com o poderoso Hezbollah pró-iraniano representado no seu Governo, adota tal posição, tendo mesmo convocado o encarregado de negócios iraniano em Beirute.

O Irão intensificou recentemente os seus esforços diplomáticos com uma série de visitas do seu ministro dos Negócios Estrangeiros à região para promover um cessar-fogo no Líbano e em Gaza.

“Estamos satisfeitos que todos os países da região, tal como nós, tenham atingido este nível de maturidade no qual proteger a paz na região é um dever comum”, disse Baghaei.

Cerca de 1.500 pessoas foram mortas no Líbano desde a intensificação das operações israelitas no Líbano, a 23 de Setembro, segundo os dados oficiais, e mais de um milhão foram forçadas a abandonar as suas casas.

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