EMPEMA-ENSA BANCO BAI SOCIJORNAL SOCIJORNAL
OPaís
Ouça Rádio+
Seg, 22 Jun 2026
  • Mundial 2026
  • AngoTic
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
  • Desporto
  • Mundo
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Jornal O País
  • Mundial 2026
  • AngoTic
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
  • Desporto
  • Mundo
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Ouça Rádio+
Jornal O País
Sem Resultados
Ver Todos Resultados

Eleições em Moçambique: Presidente rejeita ter “dificuldades para dialogar”

Filipe Nyusi apelou ao fim do que considera “manifestações violentas”, pedindo, igualmente, o fim da participação de crianças nas marcha

Jornal Opais por Jornal Opais
6 de Novembro, 2024
Em Mundo

O Presidente de Moçambique disse, essa Terça-feira, que não tem “dificuldades para dialogar”, mas avisou o candidato presidencial Venâncio Mondlane, que convocou manifestações, que é preciso esperar pela validação dos resultados eleitorais pelo Conselho Constitucional (CC).

Poderão também interessar-lhe...

EUA e Irão iniciam hoje negociação para paz

África Austral ganha ‘Region 5 Insider’ com foco no fortalecimento da comunicação regional

NATO admite que EUA podem não cumprir promessas militares em caso de guerra

“Não há dificuldades de dialogar, é o que mais sei fazer. Mesmo que tenha ou não sucesso, não tenho dificuldades em dialogar. Mas, se não está a acontecer, é um problema, porque para haver diálogo é preciso criar confiança”, declarou Filipe Nyusi.

O Presidente moçambicano, que falava num encontro com os membros do Sistema de Administração da Justiça ao chefe do Estado por ocasião do Dia da Legalidade, defendeu a criação de “confiança” entre as partes, mas pediu atenção para com o momento político que se atravessa. “Imagina se a gente senta com o candidato A e B, depois chega-se a uma certa conclusão.

O CC diz o quê, agora? Por que não se espera? Qual é a pressa?”, insistiu, defendendo que é “preciso respeitar etapas”. Nyusi apelou ao fim do que considera “manifestações violentas”, pedindo, igualmente, o fim da participação de crianças nas marchas.

“Às vezes aderimos àquilo que não compreendemos e depois sentimos a dor daquilo que fazemos por imitação (…). As infra-estruturas que estão a ser destruídas, não me interessa se são políticas, sociais ou económicas, todas são necessárias para o país”, disse Nyusi, referindo que não vê relação entre a destruição de infra-estruturas e reclamações referentes ao processo eleitoral.

“Qual é a relação que há aqui? Não estou a ver. O que se espera? É de forma propositada para desfazer um país e voltar a zero e não ficar referência no mundo”, avançou. Ainda na sua intervenção, Nyusi alertou para as consequências negativas em face das greves e da paralisação das actividades, referindo

que o turismo é dos sectores mais afectados. “Estamos no turismo e no momento do pico, no Verão (…). Isso vai-se reflectir na folha de salário”, avisou. Venâncio Mondlane apelou a uma greve geral e manifestações durante uma semana em Moçambique, a partir de 31 de Outubro, e marchas em Maputo a 7 de Novembro.

O candidato presidencial designou esta como a terceira etapa da contestação aos resultados das eleições gerais de 9 de Outubro, que se segue aos protestos realizados em 21, 24 e 25 de Outubro, que provocaram confrontos com a Polícia, de que resultaram pelo menos dez mortos, dezenas de feridos e 500 detidos, segundo o Centro de Integridade Pública, uma organização não-governamental moçambicana que monitoriza os processos eleitorais.

A Comissão Nacional de Eleições (CNE) anunciou em 24 de Outubro a vitória de Daniel Chapo, apoiado pela Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo, partido no poder desde 1975), com 70,67% dos votos.

Venâncio Mondlane, apoiado pelo Partido Optimista para o Desenvolvimento de Moçambique (Podemos, extra-parlamentar), ficou em segundo lugar, com 20,32%, mas afirmou não reconhecer estes resultados, que ainda têm de ser validados e proclamados pelo Conselho Constitucional.

Além de Mondlane, também o presidente da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo, actual maior partido da oposição), Ossufo Momade, e um dos quatro candidatos presidenciais, disse não reconhecer os resultados eleitorais anunciados pela CNE e pediu a anulação da votação.

Também o candidato presidencial Lutero Simango, apoiado pelo Movimento Democrático de Moçambique (MDM), recusou, igualmente, os resultados, considerando que foram “forjados na secretaria”, e prometeu uma “acção política e jurídica” para repor a “vontade popular”.

Negócios Em Exame Negócios Em Exame Negócios Em Exame

Recomendado Para Si

EUA e Irão iniciam hoje negociação para paz

por Jornal Opais
21 de Junho, 2026

As negociações entre os Estados Unidos e o Irão devem ter início este domingo, na Suíça, com o objectivo de...

Ler maisDetails

África Austral ganha ‘Region 5 Insider’ com foco no fortalecimento da comunicação regional

por Jornal OPaís
19 de Junho, 2026

A AUSC Region 5 lançou, recentemente a primeira edição da 'Region 5 Insider', uma nova publicação institucional concebida para fortalecer...

Ler maisDetails

NATO admite que EUA podem não cumprir promessas militares em caso de guerra

por Jornal OPaís
19 de Junho, 2026

O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, admitiu que Washington anunciou um reajuste na sua contribuição para o Modelo de Forças...

Ler maisDetails

Trump assina acordo com Irão, confirma responsável norte-americano

por Jornal OPaís
19 de Junho, 2026

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou o acordo com o Irão para terminar com a guerra no Médio...

Ler maisDetails

Refinaria de Cabinda produziu mais de 450 mil barris de Óleo Combustível Pesado desde inauguração em 2025

22 de Junho, 2026

Téte António defende uma diplomacia virada para o conhecimento e capaz de aproximar universidades e centros de investigação

22 de Junho, 2026

Presidente da República aprova mais de 100 mil milhões de kwanzas para acomodar vítimas das cheias em Benguela

22 de Junho, 2026

MINJUD promete pronunciar-se hoje sobre desabamento de uma parte da bancada do Estádio Nacional da Cidadela

22 de Junho, 2026
Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Mundial 2026
  • AngoTic
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
  • Desporto
  • Mundo
Ouça Rádio+

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.