O Egipto reafirmou a necessidade de buscar uma solução negociada para a guerra em curso no Oriente Médio, que começou há 12 dias após o ataque dos Estados Unidos e de Israel ao Irão, informaram, ontem, fontes oficiais, citadas pela Prensa Latina
Segundo um comunicado da Presidência egípcia, o presidente Abdel-Fattah El-Sisi conversou por telefone com o seu homólogo libanês, Joseph Aoun, a quem prometeu ajuda humanitária para atenuar a crise resultante da agressão israelita. El-Sisi reafirmou o apoio do Egipto à soberania e à estabilidade da chamada terra dos cedros e destacou os seus esforços para reduzir as tensões.
Aoun agradeceu ao Egipto pelo apoio contínuo e relatou as medidas tomadas pelo Governo para fortalecer a sua autoridade, res tringir o uso de armas pelo Es tado e lidar com os desafios hu manitários causados pelos com bates.
Desde a semana passada, o país está sob intenso bombardeio das Forças de Defesa de Israel, o que forçou o deslocamento de centenas de milhares de pessoas.
Entretanto, o ministro das Relações Exteriores egípcio, Badr Abdelatty, conversou separadamente com os seus homólogos dos Emirados Árabes Unidos, Abdullah bin Zayed Al Nahyan, e da Turquia, Hakan Fidan, in formou o Ministério das Relações Exteriores do país.
Segundo esse ministério, Abdelatty discutiu a escalada da violência regional com Al Nahyan e reiterou o apoio do Egipto a Abu Dhabi em meio a uma campanha iraniana contra alvos americanos localizados nos países da Península Arábica. A ofensiva provocou indignação e condenação nas capitais árabes, que acusaram Teerão de também bombardear instalações civis.








