O continente africano surge nesta edição com uma representação recorde de dez vagas directas, fruto do alargamento, permitindo a estreia absoluta de novas forças competitivas no panorama do futebol mundial. Trata-se do Egipto, Senegal, Ghana, Tunísia, Marrocos, África do Sul, Argélia, Côte d’Ivoire, Cabo Verde e a RDC que corre o risco de não participar na prova por conta do susrto de ébola que assola o país.
O presidente do Futebol Clube de Cabinda, Raimundo de Almeida, colocou o seu cargo à disposição, depois de seis anos...
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