O espírito e a resistência dos heróis da Baixa de Cassanje, insurreição feita por agricultores angolanos (do algodão), no dia 04 de Janeiro de 1961, contra o regime colonial português, continua a ser a carruagem para o desenvolvimento de Angola.
Por isso, cada angolano deve activar, singular ou colectivamente, a necessidade de caminhar para a conquista de um país onde todos, à luz do passado, vivam na esperança de que com o trabalho, esforço e dedicação atinjam os seus objectivos.
Deste modo, os ideais da Baixa de Cassanje continuam presentes na memória dos seus combatentes, assim como no seio da juventude angolana, visto que é a força para o desenvolvimento deste rico e belo país.
Em razão disto, as soluções devem ser abrangentes na vida pública e privada, aliás o sentimento da angolanidade garantiu a liberdade e o futuro das gerações que fazem de Angola a sua pátria. Na ocasião, o ministro dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria, João Ernesto dos Santos, disse que “devemos encontrar soluções para que todos nos possamos orgulhar.
Para que isso aconteça, somos todos chamados a dar o nosso contributo nos processos de recuperação económica em curso em várias regiões do país”. Os valores dessa luta, querendo ou não, norteiam princípios éticos e morais, sendo certo que nas comemorações dos 50 anos da Independência, em todo o país, a revolta da Baixa de Cassanje manteve-se em caixa alta. Portanto, honra aos heróis, sempre!









