Oministro dos Negócios Estrangeiros espanhol insistiu que só o povo da Gronelândia e da Dinamarca podem decidir sobre o futuro do cobiçado território ártico, “e o povo disse-o muito claramente, quer continuar a fazer parte da Dinamarca”.
Anteriormente, Trump tinha ameaçado aplicar tarifas aduaneiras a oito países europeus, incluindo a Dinamarca, a França e a Alemanha, até que fosse fechado um acordo para a “venda total e completa” da Gronelândia, com base no facto de a posse do território representar uma necessidade de segurança nacional para Washington contrariar as ambições da China e da Rússia na região.
As autoridades dinamarquesas afirmaram repetidamente que o território não será transaccionado e que a soberania do reino deve ser respeitada, bem como a da Gronelândia, onde grande parte da população não quer pertencer aos EUA, segundo as sondagens. Embora os pormenores do acordo mediado por Rutte sejam escassos, a Dinamarca afirmou, em resposta ao anúncio de Trump, que a soberania da Gronelândia não fazia parte do acordo.









