A Unidade de Informação Financeira (UIF) recomendou às autoridades de supervisão a criação de uma entidade competente e autónoma para fiscalizar o exercício de actividades no ramo do comércio, da prestação de serviços autónomos (como advogados e contabilistas) e da realização de eventos, com o objectivo de reforçar os mecanismos de controlo e prevenção de riscos
Para a UIF, os órgãos de supervisão devem melhorar a sua intervenção com relação aos seus supervisionados, devendo, para o efeito, elaborar manuais de supervisão e outros instrumentos em matéria de Branqueamento de Capitais e Financiamento ao Terrorismo, segundo documentos a que o jornal OPAÍS teve acesso.
Essa recomendação, que faz parte do Relatório Executivo da Avaliação de Risco de Branqueamento de Capitais, do Financiamento do Terrorismo e da Proliferação de Armas de Destruição em Massa das Pessoas Colectivas e Arranjos Legais, é direcionando ao Banco Central e aos órgãos reguladores, com os quais trabalha no combate à lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo.
Na qualidade de instituição que analisa transações suspeitas, a UIF entende que os seus parceiros devem continuar a realizar actividades de sensibilização para garantir o cumprimento das obrigações e apostar na formação e capacitação dos seus técnicos, colaboradores e supervisionados.
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