As trocas comerciais entre a China e os Países de Língua Portuguesa, no ano de 2025, foram de 225,79 biliões de dólares norte americanos, registrando um aumento anual de 0,27%, segundo os dados da Administração Geral das Alfândegas da China.
As importações chinesas a partir dos países lusófonos chegaram a 137,69 biliões de USD, uma queda anual de 1,44%, enquanto o inverso, ou seja, as exportações da China para os de língua portuguesa foram de 88,1 biliões de USD, um aumento de 3,06%. Em Dezembro de 2025, as trocas comerciais entre a China e os PLP totalizaram 20,57 biliões, um crescimento anual de 23,95%.
Desse total, a China importou 12,93 biliões dos países lusófonos, um aumento de 31,31%. Já as exportações chinesas foram de 7,64 biliões, um aumento de 13,21%.
No ano de 2025, o Brasil continuou o maior parceiro comercial da China no mundo lusófono, registando negócios totais no valor de 187,99 biliões, uma queda anual de 0,1%. O Brasil importou da China bens no valor de 71,59 biliões, 0,7% a menos que o ano anterior. Enquanto isso, as exportações brasileiras para a China atingiram 116,4 biliões, um aumento anual de 0,3%.
Em segundo lugar ficou Angola, com o comércio bilateral totalizando 20,83 biliões, uma queda anual de 0,3%. Desse valor, Angola comprou 4,79 biliões da China, um aumento anual de 47,8%. As exportações de Angola para a China foram de 16,04 biliões, 9,1% a menos que o ano anterior.
Na terceira posição ficou Portugal, com o valor das trocas comerciais com a China subindo 8,2% anualmente para 10,04 biliões, dos quais 7,19 biliões foram a importação portuguesa da China, aumento anual de 17,7%, e 2,85 biliões foram a exportação portuguesa para a China, queda anual de 10,2%.
O comércio entre a China e Moçambique aumentou 4,1% em termos anuais para 5,4 biliões no ano passado. Em detalhes, Moçambique importou da China 3,81 biliões, aumento anual de 12,6%, e exportou para o país asiático 1,59 biliões, queda anual de 11,9%.







