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Preço do barril de petróleo cai, mas não abala as contas

Miguel Kitari por Miguel Kitari
11 de Outubro, 2023
Em Economia

Ainda refém da produção petrolífera, que pesa mais de 90% na sua balança de exportação. Economista entende que Angola não tem motivos para se preocupar em relação as oscilações no preço do barril de Brent e que deve aproveitar o contexto internacional para diversificar a economia

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Apesar das quedas que vem registando nas últimas semanas, o preço do barril de petróleo está dentro das previsões do Executivo, que fixou como referência, no Orçamento Geral de Estado (OGE), o valor de USD 75. Em todo o caso, as perdas são acentuadas e exigem alguma atenção, sobretudo no que diz respeito à aceleração do processo de diversificação económica, cujo suporte são as receitas provenientes do sector petrolífero.

A título de exemplo, o barril de Brent, que serve de referência para as exportações angolanas, atingiu um valor máximo, a 28 de Setembro do ano em curso, de USD 97 e 69 cêntimos, valor mais alto dos últimos meses e muito próximo dos três dígitos. De lá para cá, a matéria-prima mais procurada no mundo já desvalorizou cerca de USD 9 e 81 cêntimos, ao ser vendido, ontem, por USD 87 e 88 cêntimos. De forma paulatina, o Brent para entrega em Dezembro vai somando perdas, mas nada que possa atrapalhar as contas de Angola, tão pouco adiar a realização de projectos sociais inscritos no OGE deste ano.

Perante o actual quadro, o economista Israel Ábias entende que “o país pode continuar a produzir e vender petróleo na mesma dinâmica, uma vez que as oscilações não estão abaixo do previsto no OGE”, diz. Em todo o caso, refere que “é preciso ficarmos atentos aos conflitos mundiais que acabam por impactar no mercado petrolífero. “É verdade que o consumo de petróleo aumentou nos últimos meses por via do comportamento de outras variáveis, permitindo maior arrecadação de receitas para o Estado, mas precisamos analisar bem essas variáveis”, acautelou.

Quanto à diversificação que pode livrar o país da dependência do petróleo, que persiste ano após ano, é de opinião que devem ser aproveitadas as oportunidades que surgem no contexto internacional, ser-se mais pragmático e apostar forte nas infra- estruturas. “A produção nacional pode e tar a crescer, mas é preciso apostar-se mais nas infraestruturas estruturantes e que impactam na economia, assim como na formação do homem”, disse.

Miguel Kitari

Miguel Kitari

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