O Porto do Lobito participa na 41.ª edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA), inaugurada esta terça-feira, na Zona Económica Especial (ZEE) Luanda-Bengo, com um espaço expositivo de 180 metros quadrados, onde destaca as potencialidades do Corredor do Lobito e a integração logística entre os seus principais operadores.
Na maior montra de negócios do país, o Porto do Lobito apresenta-se em parceria com as concessionárias estratégicas do Corredor do Lobito, nomeadamente a Lobito Atlantic Railway (LAR) e a AGL-Lobito Terminal, numa demonstração da capacidade operacional e da articulação entre os diferentes intervenientes da cadeia logística.
Sob o lema “Produzir e inovar localmente, vencer globalmente”, a FILDA 2026 reúne mais de 1.400 empresas provenientes de cerca de 20 países, afirmando-se como uma plataforma para a promoção de investimentos, negócios e parcerias.
Durante a cerimónia de abertura, presidida pelo ministro de Estado para a Coordenação Económica, José de Lima Massano, em representação do Presidente da República, João Lourenço, foi reafirmada a importância da produção nacional e da inovação como pilares para o crescimento económico sustentável.
À margem do certame, o presidente do Conselho de Administração do Porto do Lobito, Celso Rodrigues de Lemos Rosas, destacou que a participação conjunta com a LAR e a AGL evidencia a solidez do modelo de gestão do porto e reforça a competitividade do Corredor do Lobito.
Segundo o responsável, o objectivo é apresentar aos empresários e investidores uma solução logística integrada, capaz de fortalecer a conectividade regional, dinamizar o comércio na SADC e aumentar a atractividade de Angola como plataforma de negócios.
No primeiro dia da feira, o stand do Porto do Lobito registou forte adesão de empresários, investidores, parceiros institucionais e visitantes, interessados em conhecer os avanços operacionais, a capacidade técnica e as soluções logísticas disponibilizadas pelas três entidades.
Com esta participação, o Porto do Lobito pretende consolidar o seu papel como uma das principais infra-estruturas logísticas do país e reforçar o posicionamento do Corredor do Lobito como uma das mais importantes rotas comerciais de África.









