A Sonamet, que opera no segmento downstream, e o Porto do Lobito, assinaram, ontem, em Luanda, um acordo de concessão para o uso privado do Terminal de Apoio à Indústria Petrolífera de Angola
As negociações foram conduzidas pelo presidente do Conselho de Administração do Porto do Lobito, Celso Rosas, e o directorgeral da Sonamet, Domingos Augusto, na presença de membros administrativos e da área jurídica das empresas.
A concessão faz parte da estratégia de valorização dos activos portuários, promoção de investimento privado e fortalecimento das cadeias logísticas associadas ao Corredor do Lobito, que deverá se traduzir em maior capacidade de gerar emprego, criar valor e posicionar o Porto do Lobito como plataforma logística de referência regional.
O acordo visa trazer benefícios para o sector portuário e para a indústria petrolífera, de maneira a consolidar um modelo de gestão baseado no rigor, na eficiência operacional, na transparência e no inequívoco respeito pelo interesse público, conforme as partes.
O responsável do Porto do Lobito, Celso Rosas, reconhece que a Sonamet é um parceiro determinante e com experiência acumulada, solidez institucional e profundo conhecimento técnico, para assegurar os padrões elevados de qualidade, segurança e desempenho operacional.
“Estamos confiantes de que esta nova etapa consolidará ganhos de eficiência, reforçará a competitividade do nosso porto e ampliará o seu contributo para a economia nacional”, declarou, Celso Rosas.
Para o gestor portuário, o acordo assinado vai além de uma formalização jurídica, trata-se de uma consolidação de uma parceria estruturante, construída ao longo de um tempo, através de uma confiança mútua, baseada na competência técnica e numa visão partilhada de desenvolvimento.
Celso Rosas assinala ser um acordo que reflecte o compromisso do Porto do Lobito com um modelo de gestão moderno, eficiente e orientado para resultados, alinhado com a trajectória de afirmação enquanto porto senhorio, promotor de investimento e catalisador do crescimento económico.
Por: Adelino Kamongua








