EMPEMA-ENSA BANCO BAI STANDARD-BANK MEDIANOVA-FNC SOCIJORNAL
Qui, 16 Jul 2026
Jornal O País
Ouça Rádio+
  • Mundial 2026
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPaís
  • Mundial 2026
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPaís

Necessidade de fertilizantes no país com défice de 90%

Jornal Opais por Jornal Opais
24 de Fevereiro, 2018
Em Economia

A quantidade de fertilizantes importados pelo Ministério da Agricultura satisfaz apenas 10% das necessidades reais do país. Por isso, o director nacional da Agricultura defende o reforço da produção interna. Apesar do défice, o agrónomo Fernando Pacheco fala em crescimento.

Poderão também interessar-lhe...

Economista alerta que redução do prazo do “levantamento sem cartão” reforça segurança, mas pode dificultar acesso ao dinheiro

AGT termina hoje auscultação da proposta de lei do mecenato que estabelece incentivos fiscais

NÁDIA FEIJÓ: “A transparência e a integridade devem ser pilares da soberania económica de Angola”

POR: Miguel Kitari

O sector da agriculturgista um défice de 90% em termos de disponibilidade de fertilizantes. O director nacional da Agricultura, Carlos Betencurt, revelou que “ a quantidade que é importada satisfaz apenas 10% das necessidades”, realçou. “Se quisermos pensar no fomento da agricultura, temos também de pensar nos insumos. Para o presente ano agrícola, temos disponíveis perto de 200 mil toneladas. Por isso é que se diz muitas vezes que os nossos rendimentos são baixos. São efectivamente baixos”, reconheceu. Todavia, o responsável refere que caso o Executivo mantenha o seu desejo de fomentar a agricultura, as necessidades de adubo poderão rondar as milhares de toneladas anualmente.

“Numa perspectiva de futuro, podemos falar da importação de uma quantidade superior a 4 milhões de toneladas. No entanto, importar esta quantidade pode ser oneroso para o país. Temos de pensar em soluções internas com menos custos. Podemos produzir fertilizantes com custos competitivos e acessíveis”, sublinhou. A cifra (mais de 4 milhões de toneladas de fertilizantes), de acordo com Carlos Betencurt, pode exercer grande pressão na balança nacional de importação. Importa lembrar que o sector da Agricultura faz parte das “prioridades” do Executivo no âmbito do processo de diversificação económica em curso. O director nacional da Agricultura prestou a informação à Rádio Nacional de Angola.

O que diz o agrónomo Fenando Pacheco?

Engenheiro agrónomo, Fernando Pacheco considera insuficiente a quantidade de adubos importados, mas ressalva que “ os 10% é muito mais comparativamente à quantidade de fertilizantes que se importava no passado”. Para Fernando Pacheco, quando se aborda essa questão é preciso ter em conta que dados estatísticos divulgados pelo próprio Instituto Nacional de Estático (INE) indicam que o país possui uma área semeada de 4 milhões de hectares.

“Se a nossa agricultura fosse evoluída, devíamos adubar os 4 milhões de hectares para termos uma boa produção. No entanto, os nossos solos são pobres, isso, de acordo com dados de investigação científica que demonstram que os solos são ácidos e arenosos”, afirma. Em função da realidade, Fernando Pacheco defende a realização de investimentos no sentido de se produzir fertilizantes localmente, uma vez que o país tem condições para o efeito. Acrescenta que, deste modo, seriam também criados novos postos de emprego. “Para aumentar a produção é preciso fazer adubação. Em média, precisamos de 500 quilos de adubo por hectar. Isso nos daria dois milhões de toneladas”.

Negócios Em Exame Negócios Em Exame Negócios Em Exame

Recomendado Para Si

Economista alerta que redução do prazo do “levantamento sem cartão” reforça segurança, mas pode dificultar acesso ao dinheiro

por Jornal OPaís
16 de Julho, 2026

A redução do período de validade do código de Levantamento Sem Cartão de 24 para 6 horas representa um reforço...

Ler maisDetails

AGT termina hoje auscultação da proposta de lei do mecenato que estabelece incentivos fiscais

por Jose Zangui
15 de Julho, 2026

No primeiro dia de debates sobre a proposta de lei do mecenato, instrumento jurídico que estabelece benefícios fiscais para empresas...

Ler maisDetails

NÁDIA FEIJÓ: “A transparência e a integridade devem ser pilares da soberania económica de Angola”

por Jornal OPaís
15 de Julho, 2026

Num momento em que Angola prossegue um conjunto de reformas destinadas a reforçar a confiança nas instituições e a melhorar...

Ler maisDetails

Embaixadores africanos visitam Cabinda com a missão de explorar oportunidades de investimento

por Jornal OPaís
14 de Julho, 2026

No âmbito do reforço das relações de cooperação entre a República de Angola e os países parceiros, um grupo de...

Ler maisDetails

Economista alerta que redução do prazo do “levantamento sem cartão” reforça segurança, mas pode dificultar acesso ao dinheiro

16 de Julho, 2026

Aterro sanitário convencional em construção em Cabinda entra em funcionamento em 2027

16 de Julho, 2026

Angola quer partilhar com o mundo experiência acumulada no seu processo de pacificação

16 de Julho, 2026

Taxa de infecção por HepatiteB atinge 21% da população angolana ultrapassando o VIH

16 de Julho, 2026
Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Mundial 2026
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Ouça Rádio+

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.