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Mais de 700 produtos nacionais já têm selo “feito em Angola”

Jornal Opais por Jornal Opais
12 de Outubro, 2023
Em Economia

Setecentos e 21 produtos nacionais, sobretudo alimentares, já possuem o selo “Feito em Angola”, informou o administrador do Instituto Nacional de apoio às Pequenas e Médias Empresas (INAPEM), Osvaldo rasgado

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O rótulo atribuído pelo Ministério da Economia e Planeamento (MEP), no quadro das estratégias do Executivo de estímulo à produção nacional e à redução das importações, já abrange 183 empresas. Osvaldo Rasgado prestou tal informação quando falava, essa Quarta-feira, em Ndalatando, província do Cuanza Norte, num encontro com os operadores económicos locais, sobre as vantagens da adesão ao selo “Feito em Angola”.

Considerou ser, ainda, insignificante a adesão das empresas nacionais ao selo. Luanda, Benguela e Huambo são as províncias com maior número de aderentes, enquanto o Cuanza Norte conta com apenas duas empresas. Por esta razão, defendeu uma maior mobilização do empresariado local, visando aderir a esta iniciativa do Programa de Apoio à Produção, Diversificação das Exportações e Substituição das Importações (PRODESI).

O responsável chamou a atenção aos operadores económicos sobre os benefícios da rotulagem dos produtos com o selo “Feito em Angola”. Entre as vantagens, descreveu o acesso preferencial às linhas de financiamento do Estado, tratamento diferenciado pela Administração Geral Tributária (AGT) e o acesso privilegiado aos eventos, fóruns nacionais e internacionais promovidos pelo Estado. Destacou ainda as medidas de estímulo previstas para as empresas que aderirem ao processo, a serem executa- das a partir de 1 de Janeiro de 2024, como outras das vantagens da adesão ao selo.

Entre as medidas, destaca- se a preferência do Estado na aquisição de produtos com a marca “Feito em Angola”. Para tal, disse ser importante que os agentes estejam legalmente constituídos, disponham uma actividade empresarial contínua e sem pendentes com a AGT e o Instituto Nacional de Segurança Social (INSS).

POR: Ladislau Francisco

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