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Governador de Benguela acena para “independência económica” de Angola a pensar no fomento à produção agrícola

Jornal OPaís por Jornal OPaís
7 de Novembro, 2025
Em Economia, Última Hora

O governador de Benguela, Manuel Nunes Júnior, insiste na ideia de que o país deve trabalhar afincadamente para alcançar a independência económica. Falando recentemente na cerimónia de tomada de posse do presidente da Câmara de Comércio, Indústria, Agricultura e Pescas, o governante sugeriu que essa instituição se transforme em “vanguarda do movimento” de inserção de empresas locais nas cadeias de valores a nível do corredor do Lobito

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O governador insiste na tese de que Angola deve lutar para alcançar a sua verdadeira independência económica, meio século depois de se ter livrado do jugo colonial. Nunes Júnior sugere que essa independência económica leve o país a uma produção vibrante, capaz de proporcionar mais empregos e investimento, na perspectiva de, segundo disse, criar-se uma economia virada para os angolano.

Considera que a Câmara de Comércio e Indústria, Agricultura e Pescas de Benguela joga um papel determinante nesta nova era de independência económica, a que o país se propõe. Neste diapasão, o governador Nunes Júnior gostaria de ver na câmara um verdadeiro parceiro do governo, no sentido de proporcionar uma sólida articulação entre o sector público e o privado.

“Entre o Estado, que tem a função de regulação, e os empresários, que têm a missão de produzir e distribuir bens e serviços”, observa o governador de Benguela, que assinalou, na quinta-feira, 06, um ano à frente dos destinos da província. O também economista manifesta, igualmente, o desejo de que a câmara venha a ser um mecanismo por via do qual se fortaleça o tecido empresarial local, incentivando o investimento produtivo, bem como promover o emprego e, neste particular, olha, sobretudo, para a juventude.

“Mobilize os empresários em torno de um propósito comum. Este propósito comum deve fazer de Benguela um pólo económico dinâmico e competitivo, capaz de contribuir decisivamente para a diversificação da economia do nosso país”, projecta.

O corredor do Lobito, projecto que tem estado em voga até a nível internacional, representa para o governante um dos activos económicos mais importantes para a província de Benguela, não fosse uma via de integração regional no continente africano. Com o relançamento do projecto, o Porto do Lobito, Caminho-de-ferro e toda a rede logística a esse associada assumem, na óptica de Nunes Júnior, um papel central na economia nacional e não só.

“O corredor do Lobito é, hoje, um símbolo de cooperação internacional e de confiança no potencial económico de Angola e, sobretudo, para nós é um orgulho”, considera. De sorte que, em virtude disso – disse – compete à câmara posicionar na vanguarda deste movimento, promovendo a inserção de empresas locais nas cadeias de valores que emergem desse corredor de desenvolvimento económico de Angola e, por conseguinte, criar sinergias com sectores logístico, minério, agricultura e industrial.

Ele apologista de que, nos dias actuais, o corredor tenha um papel que não seja apenas o de transformar minério saído da República Democrática do Congo. “Tenha o papel de garantir e assegurar o desenvolvimento das populações que estão neste corredor. Esta é a diferença que temos de fazer em relação ao passado”, considera.

Por sua vez, o presidente eleito do conselho de administração da Câmara de Comércio, Indústria, Agricultura e Pescas de Benguela, Adriano Cardoso, destacou que a revitalização da CCIAP marca o renascimento da instituição, cuja missão é a de transformar o potencial económico da província em desenvolvimento real, sustentável e inclusivo. Dá nota de que a câmara vai trabalhar para congregar empresários em prol do desenvolvimento de Benguela.

Por: Constantino Eduardo, em Benguela

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