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Fundo Kimbo vai disponibilizar USD 20 milhões para capitalizar Pequenas e Médias Empresas

O Fundo Kimbo, uma iniciativa de investimento focada em impulsionar o crescimento de Pequenas e Médias Empresas (PMEs), está preparado para iniciar operações de financiamento, em Janeiro de 2025, com 20 milhões de dólares para este segmento

Jornal Opais por Jornal Opais
4 de Novembro, 2024
Em Economia

A gestão do fundo, coordenada pelo presidente da Comissão Executiva (PCE) do BFA Gestão de Activos, Rui Oliveira, anunciou a intenção de investir esta quantia para transformar a estrutura económica e empresarial do país.

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Durante a conferência recente da FIN SUMMIT, Rui Oliveira destacou os critérios rigorosos e o propósito inclusivo da iniciativa, deixando claro que o objectivo do fundo não é apoiar ideias embrionárias, mas empresas já estabelecidas com pelo menos três anos de actividade.

“O Fundo Kimbo pretende capitalizar as PMEs com investimentos que variam entre 100 mil dólares, como mínimo, e um tecto que dependerá do potencial de cada empresa identificada”, afirmou Rui Oliveira.

Este fundo de capital de risco será direccionado a empresas que operam em sectores estratégicos como o agro-negócio, serviços financeiros não bancários e mobilidade. “É importante esclarecer que não investiremos em startups que ainda estão no papel.

As em- presas seleccionadas deverão estar a funcionar plenamente,” reforçou o PCE. Outro aspecto deste fundo é a preocupação com a inclusão de género. “Para serem elegíveis, as empresas deverão ter pelo menos uma mulher na sua gestão,” explicou Rui Oliveira.

Este requisito busca promover a igualdade de género, criando ambientes mais inclusivos dentro do ecossistema empresarial. Além disso, a estratégia de investimento está pensada para ser sustentável e geradora de impacto positivo a longo prazo.

“Estamos a falar de um capitalde crescimento. Queremos que estas empresas possam realmente expandir e contribuir para a diversificação da economia nacional,” frisou. O fundo operará por um período de 10 anos, com quatro anos dedicados ao investimento e os restantes ao processo de desinvestimento, que poderá ser realizado de vá- rias formas.

Segundo Rui Oliveira, o objectivo é sair das empresas de maneira estruturada, seja através da venda de acções na Bolsa de Valores de Angola (Bodiva), da transferência para outros fundos ou mesmo devolvendo a participação aos fundadores originais. “O desinvestimento será uma etapa fundamental, pois queremos fomentar o mercado de capitais e dar mais dinamismo ao sector financeiro,” acrescentou.

Oportunidades e Desafios

O fundo de capital de risco que o Fundo Kimbo apresenta é uma inovação no contexto angolano, uma “prova de conceito” que visa mostrar que é possível identificar e impulsionar empresas locais promissoras. Rui Oliveira explicou que outros países já possuem essa estrutura e Angola não pode ficar para trás.

“Precisamos provar que o modelo funciona aqui, que podemos encontrar e investir em empresas que crescem e se tornam referências de sucesso,” sublinhou. O processo de selecção das empresas levará entre um a três anos, um período que Rui Oliveira considera crucial para garantir que as escolhas feitas sejam adequadas e rentáveis.

“Nosso objectivo é, em três a seis anos, olhar para trás e ver que o investimento deu frutos. Se conseguirmos que pelo menos 10 a 13 empresas sejam bem-sucedidas, consideraremos o fundo um sucesso,” destacou. Rui Oliveira também enfatizou que o processo de saída do fundo das empresas deve ser feito de forma responsável, visando sempre o fortalecimento do mercado de capitais e a geração de riqueza sustentável.

Inclusão e expansão

Durante o evento “Summit Fin”, que reuniu empreendedores e especialistas financeiros, Euclides Francisco, um dos oradores principais e mentor do projecto, destacou a importância da inclusão financeira como alavanca do crescimento económico em Angola. “O FIN (Finanças, investimentos e Negócios) é uma iniciativa que promovemos, é inovadora e visa não só a inclusão, mas também a educação financeira.

Não podemos incluir sem educar,” afirmou. Segundo Francisco, o evento mobilizou mais de duas mil pessoas, promovendo o diálogo e a troca de conhecimentos necessários para transformar a economia nacional.

Enfatizou que um dos objectivos é levar esta experiência a todas as províncias, ampliando o alcance da educação financeira. “Queremos levar o ‘FIN’ a Benguela, Namibe, Huambo e outras regiões do país, sempre com um enfoque na inclusão financeira e na formação das pessoas,” sublinhou Francisco.

Esta abordagem descentraliza- da tem como meta criar uma mudança estrutural na forma como os angolanos vêem o dinheiro e as finanças, impulsionando investimentos e incentivando a criação de negócios sustentáveis. Francisco sublinhou a importância de criar um ambiente favorável para o empreendedorismo.

“Muitos jovens hoje em dia enfrentam dificuldades em obter financiamento para os seus projectos. Este tipo de iniciativa cria janelas de oportunidade para que possam ter acesso a fundos de capital de risco e desenvolver as suas ideias,” explicou. Defendeu que a literacia financeira é fundamental para que os angolanos aproveitem essas oportunidades. “É necessário educar e mostrar que é possível construir.

POR:Francisca Parente

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