OPaís
Ouça Rádio+
Sáb, 31 Jan 2026
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Jornal O País
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Ouça Rádio+
Jornal O País
Sem Resultados
Ver Todos Resultados

FMI apoia medida do Estado de encerrar empresas públicas insolventes

Jornal Opais por Jornal Opais
20 de Março, 2018
Em Economia

Warning: Trying to access array offset on false in /home/opaisao/public_html/wp-content/themes/jnews/class/Image/ImageNormalLoad.php on line 70

Warning: Trying to access array offset on false in /home/opaisao/public_html/wp-content/themes/jnews/class/Image/ImageNormalLoad.php on line 73

O economista Ricardo Velloso, que chefiou a missão do Fundo Monetário Internacional (FMI) no país, afirmou que para aumentar a eficiência económica e reduzir o “fardo” do tesouro”, é necessário uma restruturar o sector empresarial público. O processo de privatizações de empresas públicas terá início em Abril próximo

Poderão também interessar-lhe...

Infotur visita hortas e destaca potencial do agro-turismo

China ultrapassa 4,83 milhões no número de estações-base 5G

Sector turístico regista aumento de mais de 100% de postos de emprego em 2025

POR: Hélder Caculo

O Fundo Monetário Internacional, que recentemente baixou para metade a previsão de crescimento económico do Governo para o presente ano económico (de 4,9% para 2,2%), aconselha o Estado a encerrar as empresas que se encontram em estado de insolvência e restruturar ou privatizar as ineficientes. Esta medida que o Executivo pretende dar início no próximo mês, vai aumentar a eficiência económica do país, na visão de Ricardo Velloso, chefe da missão do FMI em Angola. “É importante redimensionar o sector empresarial do Estado, de modo a reduzir o fardo do tesouro e aumentar a eficiência económica. As empresas estatais insolventes devem ser encerradas e as empresas ineficientes mas economicamente viáveis devem ser reestruturadas ou privatizadas”, sugeriu.

O economista referiu, por exemplo que a reestruturação da Sonangol deve ter como objectivo torná-la mais racional, eficiente e concentrada nas suas principais actividades. No sector bancário, a equipa do FMI declarou que os bancos precisam ser reforçados visando apoiar a recuperação económica e fomentarem o crescimento inclusivo. No caso do BPC ( que recebeu, recentemente, cerca de USD 50 milhões para ser recapitalizada), o FMI refere que os esforços de restruturação devem ser acelerados, mas que no entanto, a recapitalização deve ser condicionada à verificação das contas. A Sonangol é outra empresa pública que em 2017 recebeu do Estado USD 10 mil milhões para pagar a sua dívida líquida .

Alguns empresários, entrevistados pelo OPAÍS, antes mesmo da visita do FMI à Angola, já haviam abordado a necessidade do Estado privatizar empresas insolventes para tornar o sector empresarial privado mais robusto. No entanto, há vozes na classe empresarial que advogam a não privatização das empresas públicas consideradas estratégicas como é o caso da Sonangol, TAAG e Endiama. O FMI, no final da visita que efectuou ao país, entre 1 a 15 de Março, recomendou ao Executivo uma série de medidas, com destaque para a reforma do sistema tributário, a introdução do IVA, visando reduzir a dívida pública para menos de 60% do Produto Interno Bruto (PIB) a médio prazo. (entre os anos 2022 e 2023).

Privatizações arrancam em Abril

O processo de privatização de empresas públicas vai arrancar no próximo mês, segundo uma orientação do Presidente da República, em Fevereiro do ano em curso. O objectivo é “maximizar” as receitas para o Estado, e também garantir o acesso aos pequenos subscritores. Para o efeito, João Lourenço, criou, por despacho, uma comissão de preparação e implementação do processo de privatização através da Bolsa de Dívida e Valores de Angola (BODIVA), que está a ser coordenada pelo ministro de Estado e do Desenvolvimento Económico e Social. A comissão, que integra ainda os ministros das Finanças e da Economia e Planeamento, deverá assegurar a realização dos objectivos definidos pelo titular do executivo, nomeadamente “a integridade dos sectores estratégicos do Estado” e o “redimensionamento do sector empresarial público, o aumento da eficiência, da produtividade e competitividade da economia das empresas”.

“Temos muitas empresas públicas que não dão lucros ao Estado”

A nova economia que se quer implementar no país deve estar assente fundamentalmente, no sector privado, porque é o sector que mais cria riqueza. As empresas privadas, ao expandirem negócios para obter lucros, têm implicações na vida das famílias. A maior parte das empresas públicas, quase não dão lucros ao Estado, até mesmo a Sonangol, também tem dificuldades para honrar os seus compromissos e depende do Estado. A grande questão que se coloca é: vale a pena ter empresas que representam uma grande despesa para o Estado? Empresas que destroem os impostos que seriam canalizados para a educação, saúde, saneamento e segurança alimentar? Ou reestruturar e privatizar essas empresas e dar aos empresários, que têm a missão de gerir empresas e atingir a lucratividade, contribuir para o crescimento económico e proporcionar o emprego? A única forma que o Estado tem para transformar a nossa economia numa economia competitiva é o Estado deixar de ser empresário.

Jornal Opais

Jornal Opais

Recomendado Para Si

Infotur visita hortas e destaca potencial do agro-turismo

por Jornal OPaís
30 de Janeiro, 2026

O Ministério do Turismo, através do Infotur, realizou uma visita ao projecto Hortas Com Todos, da NST Agroindústria, reconhecendo o...

Ler maisDetails

China ultrapassa 4,83 milhões no número de estações-base 5G

por Jornal OPaís
30 de Janeiro, 2026
DR

O sector de telecomunicações da China manteve um crescimento constante em 2025, com o país superando suas metas de desenvolvimento...

Ler maisDetails

Sector turístico regista aumento de mais de 100% de postos de emprego em 2025

por Flavio Cota
30 de Janeiro, 2026
CARLOS MOCO

O aumento no fluxo de turistas que entraram em Angola no ano passado, na ordem dos 30%, foi acompanhado por...

Ler maisDetails

Instalação de novas portagens pode aliviar pressão sobre OGE para construção e manutenção estradas

por Jose Zangui
30 de Janeiro, 2026
DR

O lançamento do programa de instalação de novas portagens e postos de pesagem de viaturas deve acontecer ainda no primeiro...

Ler maisDetails

Lunda-Sul vai ganhar Hospital Pediátrico e Centro de Hemodiálise dentro de 28 meses

30 de Janeiro, 2026

Testemunhos da literatura angolana na luta de libertação nacional de Angola

30 de Janeiro, 2026

Fundação BAI vai investir mais de três mil milhões em projectos sociais

30 de Janeiro, 2026
PEDRO NICODEMOS

Dispensário regista 112 casos de lepra e falta de informação continua a ser factor de diagnóstico tardio

30 de Janeiro, 2026
OPais-logo-empty-white

Para Sí

  • Medianova
  • Rádiomais
  • OPaís
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos

Radiomais Luanda

99.1 FM Emissão online

Radiomais Benguela

96.3 FM Emissão online

Radiomais Luanda

89.9 FM Emissão online

Direitos Reservados Socijornal© 2026

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Ouça Rádio+

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.