A 41.ª edição da Feira Internacional de Angola (FILDA 2026) volta a reunir empresas, investidores e representantes institucionais de vários países, consolidando-se como a principal plataforma de negócios do país. Para os economistas Eduardo Manuel e Diogenes Lenga, a FILDA vai muito além de uma simples exposição de produtos e serviços e representa um instrumento estratégico para impulsionar o investimento, fortalecer o sector privado, gerar empregos, acelerando, assim, a diversificação da economia
Na visão do economista Eduardo Manuel, a FILDA constitui um espaço privilegiado para aproximar empresas nacionais e estrangeiras, promover parcerias e criar oportunidades de investimento com impactos tanto no presente quanto no futuro.
“A FILDA reúne países de diferentes partes do mundo, que terão a oportunidade de estabelecer negócios e construir relações comerciais duradouras.
Além disso, aproxima os cidadãos das empresas, permitindo que conheçam a forma como estas operam e identifiquem novas oportunidades no mercado angolano”, disse o economista.








