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Energia e Águas com maior fatia na dívida pública

Jornal Opais por Jornal Opais
12 de Janeiro, 2024
Em Economia

A banca comercial volta a desempenhar um papel preponderante no financiamento ao Orçamento Geral do Estado (OGE), com os bancos BAI e BFA na liderança, tornando-se detentores de mais de 30% da dívida pública interna

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O Plano Anual de Endividamento referente ao ano de 2024 mostra que o Estado vai buscar 7,50 mil milhões de dólares por meio do endividamento externo e 4,66 mil milhões de dólares por meio do endividamento interno.

No global, são 12,16 mil milhões de dólares, sendo exactos 2,9 mil milhões de dólares a mais no endividamento externo que internamente. Entretanto, este Plano Anual Endividamento de 2024 mostra que o Ministério da Energia e Águas é o sector do Governo que receberá maior fatia dos recursos obtidos por meio do endividamento externo, recebendo 45% dos desembolsos que daí virão, seguido pelo Ministério da Saúde, que vai receber mais de 11% dos desembolsos.

Os dados do Ministério das Finanças mostram que a maior fatia da dívida externa será por meio do endividamento contratual, onde serão obtidos por esta via 7,20 mil milhões de dólares. No endividamento externo, apenas 0,30 mil milhões de dólares serão obtidos pelo mecanismo da dívida titulada, ou seja, o Estado prefere cortar quase que a 100% a venda de títulos de dívida pública em.

No global, são 12,16 mil milhões de dólares, sendo exactos 2,9 mil milhões de dólares a mais no endividamento externo que internamente. Entretanto, este Plano Anual Endividamento de 2024 mostra que o Ministério da Energia e Águas é o sector do Governo que receberá maior fatia dos recursos obtidos por meio do endividamento externo, recebendo 45% dos desembolsos que daí virão, seguido pelo Ministério da Saúde, que vai receber mais de 11% dos desembolsos.

Os dados do Ministério das Finanças mostram que a maior fatia da dívida externa será por meio do endividamento contratual, onde serão obtidos por esta via 7,20 mil milhões de dólares. No endividamento externo, apenas 0,30 mil milhões de dólares serão obtidos pelo mecanismo da dívida titulada, ou seja, o Estado prefere cortar quase que a 100% a venda de títulos de dívida pública em moeda estrangeira no exterior, como aliás tem estado a garantir a ministra das Finanças, Vera Daves.

Banca comercial com 30% da dívida interna

No que diz respeito ao endividamento externo, foi adoptada uma estratégia completamente diferente, já que aqui, 5,20 mil milhões de dólares serão obtidos pela opção de dívida titulada. Maior parte da dívida feita internamente será feita por meio da venda de títulos do tesouro.

Aqui, as Obrigações do Tesouro (OT) vão representar 64% como indicam os dados, enquanto os Bilhetes do Tesouro (BT) deverão representar 23%, como mostram os dados do PAE. Entretanto, a banca comercial volta a desempenhar um papel preponderante no financiamento ao Orçamento Geral do Estado (OGE), com os bancos BAI e BFA na liderança, tornando-se detentores de mais de 30% da dívida pública interna.

POR: Ladislau Francisco

Jornal Opais

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