OPaís
Ouça Rádio+
Sex, 20 Mar 2026
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Jornal O País
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Ouça Rádio+
Jornal O País
Sem Resultados
Ver Todos Resultados

Economistas consideram que reformas estão desfasadas com realidade socioeconómica

Jornal Opais por Jornal Opais
10 de Janeiro, 2025
Em Economia, Sociedade

As opiniões dos dois especialistas, Heitor Carvalho e Eduardo Manuel, convergem no sentido de que as reformas fiscais em curso não coadunam a realidade sócio- económica de Angola, não só pelo facto de uns impostos serem mais justos do que outros, mas também por apresentarem alguma complexidade de aplicabilidade e de interpretação para os contribuintes.

Poderão também interessar-lhe...

Porto do Lobito aposta em novas medidas estratégicas com foco na sustentabilidade e transformação digital

Saúde assegura assistência médica e medicamentosa durante a visita de Leão XIV a Angola

Novo centro de saúde do município da Muxima pode estar concluído antes da visita do Papa Leão XIV

Eduardo Manuel afirmou que, por um lado, a carga fiscal tem sido “pesada” para os contribuintes, não pelo facto de existirem mais impostos, mas sim pela forma como é feita a tributação do ponto de vista percentual sobre os rendimentos e bens dos contribuintes.

Razão pela qual considera que, para se melhorar o ambiente de negócios em Angola, deverão ser adoptadas medidas voltadas para a diminuição da burocracia na obtenção de empréstimos bancários para investimentos, obtenção de licenças, vistos de trabalho e de residência.

“Deve-se adoptar medidas de política económica viradas para o aumento do poder de compra das populações, tais como redução da taxa de câmbio do kwanza em relação ao dólar e ao euro, diminuição do IRT e do IVA”, detalhou.

Quanto à justiça fiscal, Eduardo Manuel entende que, apesar de o Governo ter reduzido o IVA para 7%, esta devia ser a percentagem máxima, ou seja, deve haver um montante mínimo de facturação anual para pagamento do IVA, cuja percentagem seria inferior a 7% e um montante de facturação anual máximo, cuja percentagem do IVA seria 7%.

Já Heitor de Carvalho considera que a primeira coisa para combater a informalidade é diminuir o nível de exigência das normas da formalidade de tal maneira que elas se adaptem ao nosso tecido empresarial e à capacidade de compra dos rendimentos dos angolanos.

No seu ponto de vista, os resultados da “Operação Informais” poderão estar abaixo do esperado, com um número bastante reduzido de comerciantes penalizados por não pagarem impostos. “Vão ser penalizadas meia dúzia de pessoas que tiveram azar e foram apanhadas e as outras todas vão continuar. Como sempre, continuaram, como sempre aconteceu.

Isto só muda se percebermos que é preciso fazer regras muito mais simples, muito menos exigentes e impostos com taxas muito mais baixas para que todos possam pagar”, detalhou. Para si, quando o país atingir um pico em que 80 a 90% das empresas estiveram honrando com o pagamento dos seus impostos, aí sim, pode-se usar o aparelho do Estado por cima dos incumpridores. Além disso , as regras devem estar adaptadas ao nosso nível de rendimentos.

O economista defende que se deve exigir o cumprimento das regras, mas nunca exigir multas. Tem de se acabar com as multas porque a sua aplicabilidade, no momento em que se está tentando explicar e em que os contribuintes estão tentando perceber como funciona o sistema fiscal, “são completa- mente imorais”.

Explicou que as pessoas precisam saber que se deve 100 mil Kwanzas desde 2022, terá de pagar e com os respectivos juros, isso porque os juros vão resolver dois tipos de problemas: primeiro, vão actualizar a moeda. Uma vez que a moeda de 100 mil kwanzas em 2022 valia muito mais do que hoje. Em segundo lugar, está o facto de ele ter beneficiado durante dois anos e meio desse dinheiro, deu- lhe vantagem e, por isso, também tem de pagar o custo do dinheiro.

“A pessoa tem não só que fazer a actualização monetária, como pagar o custo da imobilização do dinheiro. E isso é justo, porque isso coloca todos os agentes económicos em pé de igualdade”, justificou. Acrescentou de seguida que “estar a exigir multas não serve para nada, só serve para acentuar o futebol fiscal. O facto de serem estrangeiros é a mesma coisa do que serem nacionais”.

Jornal Opais

Jornal Opais

Recomendado Para Si

Porto do Lobito aposta em novas medidas estratégicas com foco na sustentabilidade e transformação digital

por Jornal Opais
20 de Março, 2026

‎‎A Empresa Portuária do Lobito realizou, esta sexta-feira, 20, o VI Encontro de Quadros da instituição, que teve como base...

Ler maisDetails

Saúde assegura assistência médica e medicamentosa durante a visita de Leão XIV a Angola

por Jornal OPaís
20 de Março, 2026

Angola vai registar um momento histórico entre os dias 18 a 21 de Abril deste ano, com a visita do...

Ler maisDetails

Novo centro de saúde do município da Muxima pode estar concluído antes da visita do Papa Leão XIV

por Jornal OPaís
20 de Março, 2026

A ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, anunciou, hoje, que as obras de execução do Centro de Saúde do Coxe, localizado...

Ler maisDetails

Lançada primeira pedra para a construção do edifício do INSS em Ndalatando

por Jornal OPaís
20 de Março, 2026

A primeira pedra para o início das obras do edifício sede dos serviços provinciais do Instituto Nacional de Segurança Social...

Ler maisDetails

Porto do Lobito aposta em novas medidas estratégicas com foco na sustentabilidade e transformação digital

20 de Março, 2026

‎Vaz Kinguri toma posse como novo director de comunicação do MINJUD

20 de Março, 2026

Saúde assegura assistência médica e medicamentosa durante a visita de Leão XIV a Angola

20 de Março, 2026

Novo centro de saúde do município da Muxima pode estar concluído antes da visita do Papa Leão XIV

20 de Março, 2026
Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • OPaís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Ouça Rádio+

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.