O Índice de Preços no Consumidor caiu 11,92 pontos percentuais em Janeiro de 2026, em relação ao mesmo período de 2025, tendência que pode continuar positiva, de acordo com o economista Hermenegildo Quixigina, que pede mais produção com matéria- prima local e a contínua baixa da taxa de inflação
Os preços no mercado nacional, sobretudo os da cesta básica, tendem a decrescer desde Janeiro de 2025, com a massa alimentar, óleo, ovo e até o arroz a ficarem com preços mais baixos, se comparados com o mesmo período de 2025, apesar de que alguns produtos como bebidas não alcoólicas ainda contribuem para a subida do Índice de Preços no Consumidor (IPCN).
Segundo os dados mais recentes divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), o Índice de Preços no Consumidor (IPCN) em Janeiro de 2026 registou uma variação de 14,56 pontos percentuais, comparativamente com o período homólogo, o que representa uma desaceleração de 1,13 pontos percentuais em relação ao mês anterior e 11,92 pontos percentuais em relação ao mesmo período (Janeiro) de 2025.
Segundo o INE, apesar da queda de preços, a classe “Transportes” foi a que ainda registou maior aumento no índice de preços, com uma variação homóloga, entre Janeiro de 2025 e Janeiro de 2026, de 19,07 por cento. Destacam-se, também, os aumentos na classe “habitação”, com os preços a registarem subidas, água, electricidade e combustíveis, com 16,60 por cento, e ainda o peso da saúde, com 15,92 por cento.
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