OPaís
Ouça Rádio+
Qui, 12 Mar 2026
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Jornal O País
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Ouça Rádio+
Jornal O País
Sem Resultados
Ver Todos Resultados

Dívida de Angola só vai reduzir em 2022, prevê FMI

Jornal Opais por Jornal Opais
17 de Março, 2018
Em Economia

Warning: Trying to access array offset on false in /home/opaisao/public_html/wp-content/themes/jnews/class/Image/ImageNormalLoad.php on line 70

Warning: Trying to access array offset on false in /home/opaisao/public_html/wp-content/themes/jnews/class/Image/ImageNormalLoad.php on line 73

O FMI aconselha Angola a não aumentar o nível de endividamento, actualmente acima dos 60% do PIB. Para reverter o quadro, os analistas de Bretton Woods recomendam algumas medidas ao Executivo, com destaque para a consolidação das receitas fiscais não petrolíferas numa média de 0,57% do PIB ao ano, até 2022

Poderão também interessar-lhe...

Deloitte revela que 62% dos bancos em Angola não têm procedimentos de auditoria contínua

Banco Mundial disponibiliza mais 1,1 mil milhões de dólares para criação de emprego aos jovens

Projecto AFAP 2 mobiliza 90 milhões de dólares para apoiar pesca e aquicultura

POR: Hélder Caculo

O objectivo do Governo de reduzir a dívida pública para menos de 60% do Produto Interno Bruto (PIB) a médio prazo, requer um sistema fiscal adequado, recomenda o Fundo Monetário Internacional. Segundo Ricardo Velloso, chefe da missão do FMI para Angola, o país deve continuar a adoptar medidas fiscais no sentido de alargar a sua base tributária, incluindo a introdução do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) em 2019, assim como uma maior racionalização da despesa pública. “Este objectivo de reduzir a dívida, seria coerente com uma trajectória de consolidação fiscal primária não petrolífera de, em média, 0,75% do PIB ao ano até 2023. Dado o ajuste fiscal que está a ser implementado este ano, o FMI propõe que seja feito um ajuste gradual ao longo dos próximos anos.

Com isso, a dívida vai começar a reduzir abaixo dos 60% do PIB entre os anos 2022 e 2023”, explicou. Os analistas do FMI que visitaram o país, entre os dias 1 e 15 de Março, no âmbito da consulta anual ao abrigo do Artigo IV, recomendaram igualmente um novo ajustamento dos preços internos dos combustíveis, de modo a reflectir as variações dos preços internacionais e da taxa de câmbio. “A dívida pública aumentou muito nos últimos anos, tendo chegado aos 64,1% do PIB. A nossa estimativa é que ela vai aumentar um pouco mais este ano, em função da desvalorização cambial, dado que uma parte substancial desta dívida é denominada em dólares ou indexada em moeda estrangeira”, disse Ricardo Velloso.

Economia vai crescer 2,2%

O FMI baixou para metade a previsão de crescimento do Governo este ano, de 4,9% para 2,2%. No entanto, a instituição de Bretton Woods prevê, a médio prazo, um crescimento económico para o país da ordem dos 5%. O facto pode ocorrer devido à concentração das políticas do Executivo para a restauração da estabilidade macroeconómica, da melhoria na governação e das perspectivas de crescimento do preço do petróleo. O FMI adianta igualmente que um preço do petróleo mais elevado que o previsto no OGE, pode resultar em receitas extraordinárias, que concorrem para a diminuição da dívida. Velloso disse que está aberta a possibilidade de Angola vir a receber um empréstimo do FMI caso solicite, contudo, avançou que as necessidades de financiamento são substanciais e viáveis, tendo em conta o actual ambiente externo favorável.

Inflação eleva-se para 24,7%

O FMI estima que a inflação anual deverá permanecer elevada, projectando- se que atinja os 24,7%, no final deste ano, contra 28,7 % previsto no OGE deste ano. Na visão do FMI a inflação terá efeito na depreciação do kwanza. “A médio prazo, as perspectivas são de uma recuperação gradual da actividade económica, mas existem riscos, como o declínio dos preços do petróleo e a derrapagens na implementação das reformas estruturais necessárias para promover a diversificação da economia”, alertou Velloso. Em relação à desvalorização do kwanza, ocorrida nos últimos meses, o economista do FMI diz que até o momento foi suficiente para corrigir a sobrevalorização. “No nosso ponto de vista o kwanza já desvalorizou o suficiente, isso sem olharmos os fundamentos da economia. A moeda ainda pode desvalorizar -se dentro de um intervalo de 2%, o que nos parece apropriado dado à nova conjuntura”, disse.

Inflação eleva-se para 24,7%

O FMI estima que a inflação anual deverá permanecer elevada, projectando-se que atinja os 24,7%, no final deste ano, contra 28,7 % previsto no Orçamento Geral do Estado, com efeitos na depreciação do kwanza.

Jornal Opais

Jornal Opais

Recomendado Para Si

Deloitte revela que 62% dos bancos em Angola não têm procedimentos de auditoria contínua

por Jornal OPaís
11 de Março, 2026

No contexto actual, em que os bancos enfrentam um nível alto de exigência, a auditoria contínua parece ser fundamental para...

Ler maisDetails

Banco Mundial disponibiliza mais 1,1 mil milhões de dólares para criação de emprego aos jovens

por Jornal OPaís
11 de Março, 2026
DR

Em parceria com a Agência Multilateral de Garantia de Investimentos (MIGA), instituição financeira internacional que oferece seguro contra riscos políticos,...

Ler maisDetails

Projecto AFAP 2 mobiliza 90 milhões de dólares para apoiar pesca e aquicultura

por Jornal OPaís
10 de Março, 2026

O Projecto de Pesca Artesanal e Aquicultura (AFAP 2) conta com um financiamento global estimado em 90 milhões de dólares...

Ler maisDetails

Economistas apresentam posições divergentes quanto à subida do preço do petróleo com o conflito no Médio Oriente

por Jose Zangui
10 de Março, 2026

Com a escalada do conflito no Médio Oriente, o preço do barril do petróleo disparou, nesta Segunda-feira, para 118 dólares....

Ler maisDetails

Escolas do Cazenga beneficiam de mais de oito mil novas carteiras

11 de Março, 2026

Restos mortais do jornalista Octávio Capapa já repousam no cemitério da Santa Ana

11 de Março, 2026

Conclusão de 56 acções do PIDLCP beneficia mais de 80 mil cidadãos na província do Zaire

11 de Março, 2026
DR

Retorno da Rua Incafé será interditado por 36 dias para obras na Maianga

11 de Março, 2026
Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • OPaís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Ouça Rádio+

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.