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‘Diversifica Mais’ lançado no Lobito com olhos no agro-negócio ao longo do Corredor

Potenciar as infra-estruturas ao longo do Corredor do Lobito, nomeadamente, acesso à energia, água, vias de comunicação e saneamento básico, engajando mais de 12 mil empresas, é o foco do Plano Director do referido Corredor

Jornal Opais por Jornal Opais
26 de Abril, 2024
Em Economia

Os Ministérios do Planeamento e dos Transportes juntaram ontem, na cidade do Lobito, os principais intervenientes do Corredor do Lobito, no âmbito do Projecto ‘Diversifica Mais’, para desenvolver o agro-negócio e potenciar as infra-estruturas ao longo do Cor- redor. Com esta iniciativa, os dois departamentos ministeriais esperam obter dos principais intervenientes contribuições para a elaboração do Plano Director do Corredor do Lobito, que conta com financiamento do Banco Mundial, na ordem dos 300 milhões de dó- lares norte-americanos.

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O referido financiamento de 300 milhões, ao que se junta um outro de meio bilião de dólares do Reino Unido anunciado recentemente, tem como foco o apoio ao sector privado, na perspectiva de melhoria do reforço das infra- estruturas, segundo o mentor do projecto ‘Diversifica Mais, Laércio Cândido.

O responsável salienta que o referido financiamento, dividido em três componentes, prevê potenciar tanto empresas já existentes, como aquelas que podem vir a ser criadas no mercado. Laércio sustenta que, com o workshop, o Governo quis contar com subsídios dos principais intervenientes na cadeia de desenvolvimento do corredor do Lobito a pensar, justamente, num plano director por via do qual se prevê potenciar o agro-negócio e as infra-estruturas.

O pacote de financiamento do Banco Mundial destina, só para a melhoria de infra-estruturas, 135 milhões, consubstanciados, fundamentalmente, no fornecimento de electricidade, água e saneamento básico, ao passo que 80 milhões vão para o agro-negócio, potenciando micro e pequenas empresas nas províncias de Benguela, Huambo, Bié e Moxico.

E especialistas têm, igualmente, defendido a necessidade de se construir mais plataformas logísticas para desafogar algumas províncias. O corredor do Lobito tem vindo a atrair vários investidores, por ser, como sublinha o Governo de Angola, uma zona estratégica, que se estende até à República Democrática do Congo e pisca também para países como a Zâmbia.

Comércio regional

Em tese, o corredor desempenha um papel central para o comércio regional, conforme sublinha o secretário de Estado para o Investimento Público, Ivan Marques dos Santos, ao intervir na sessão de abertura do workshop. Sempre com foco na maximização das potencialidades do Corredor, o governante manifesta-se esperançado de que o plano director, que centralizou discussões de vários especialistas e empresários ao longo do dia, vai impulsionar o comércio internacional.

Por esta razão, o Governo nutre a expectativa de o mesmo vir a impulsionar ainda mais a economia nacional, transformando o Corredor num canal para o desenvolvimento de África. “Estas medidas têm como objectivo aproveitar da melhor maneira as infra-estruturas e maximizar o seu potencial.

A estruturação desse projecto com apoio dos nossos parceiros internacionais, enquadra-se no projecto Diversifica Mais, um projecto desenvolvido em parceria com o Banco Mundial”, resume o governante. Por sua vez, o vice-governador para o sector técnico e infra-estruturas, Adilson Delany Gonçalves, afirma que Benguela, província que acolhe principais infra- estruturas de suporte ao corredor, dispõe de potencialidades pesqueiras, industriais e minerais e, por isso, convida os empresários a explorarem as oportunidades de negócio que a região oferece.

Agindo desse jeito, Adilson De- lany Gonçalves acredita que se vá inscrever Lobito no contexto internacional. O workshop de auscultação para a elaboração do Plano Director do Corredor do Lobito junta representantes do Banco Mundial, Fundo Monetário Internacional, empresários, empreendedores e não só, e está, entre outros temas, a abordar a questão relativa ao mapeamento de lacunas das infra-estruturas e a importância das parcerias público-privadas.

Fonte: POR: Constantino Eduardo, em Benguela
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