Apesar de o sector petrolífero continuar a ser a principal fonte de receita do Estado, o Executivo elegeu seis sectores para onde vão ser direccionadas diversas iniciativas de investimento tendentes ao aumento da capacidade produtiva do país, especialmente na área alimentar
Osector dos recursos minerais, cujas potencialidades e planos para o ano que agora começa estiveram em análise recentemente, na XI Reunião do Conselho Consultivo do Ministério de tutela, é um dos sectores em que as autoridades governamentais depositam maior esperança de vir a arrecadar elevadas receitas por via da extracção de diamantes, de minerais metálicos e outros minerais não metálicos.
Segundo apurou o jornal OPAÍS, prevê-se um crescimento de 9,53%, assente no aumento da produção diamantífera com foco numa meta de 16,2 milhões de quilates e na maturação do projecto kimberlítico Luele (iniciado em 2023) e pela entrada em produção, este ano, de quatro novos depósitos aluviais secundários, que diversificarão e reforçarão a base produtiva nacional.
Os órgãos que regulam essas áreas garantem que a introdução de tecnologias mais eficientes e a ampliação das áreas de extracção permitiram elevar a capacidade produtiva.
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