Os Estados-membros da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC) precisam de aproximadamente três biliões de dólares para a criação do fundo regional do bloco, com vista a apoiar a industrialização e a construção de infra-estruturas
A informação foi avançada nesta Quinta-feira, 12, pelo chefe do Departamento para Finança e Investimento do Secretariado da SADC em Botswana, Mário Leonel, que falava à margem do Fórum de CEOs das Instituições Financeiras de Desenvolvimento (DFIs) da SADC, que decorre de 9 a 13 de Fevereiro, em Luanda. De acordo com o responsável afecto à Direcção de Finança, Investimento e Alfândegas do Secretariado da SADC, todos os 15 países que integram a instituição irão contribuir com as suas quotas, através de fundos provenientes do Banco Africano de Desenvolvimento ou dos seus fundos próprios.
Sublinhou que Angola já assinou e ratificou o acordo da SADC para a operacionalização do fundo, faltando, segundo Mário Leonel, aproximadamente 14 membros para que o mesmo fundo comece a ser efectivamente operacionalizado. “Angola voluntariou-se em ser o ‘champion’ da operacionalização do fundo regional que está a ser implementado.
Estamos a espera que o Banco Africano de Desenvolvimento, na sua próxima reunião, aprova a nota conceptiva que vai ajudar-nos a fazer a mobilização de recursos”, afirmou. O chefe do Departamento para Finança considerou o CEOs Fórum 2026 como sendo de grande relevância, principalmente na mobilização de apoios de instituições financeiras da região da SADC, para o fundo regional de desenvolvimento.
POR: Flávio da Costa
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