O coordenador-geral do Grupo MediaNova, Augusto Dembo, afirmou, esta sexta-feira, 27, que a escolha da província do Icolo e Bengo para albergar a sexta edição do Fórum de Negócios & Conectividade não foi “um mero acaso”, sublinhando que a região é, por natureza, “um santuário de recursos”.
Ao proceder às breves considerações, na abertura do evento que decorre na primeira das três novas províncias de Angola, Augusto Dembo destacou o potencial hídrico e industrial de que dispõe a província como os principais motores e atracção para os investidores nacionais e estrangeiros.
Entretanto, segundo a visão do coordenador-geral, para que haja o desenvolvimento local augurado, é fundamental que haja a interconexão entre os recursos disponíveis e a visão estratégica do Executivo e os stakeholders do sector.
”Mas é importante realçar que o desenvolvimento de Icolo e Bengo não se faz apenas com a natureza, aquilo que ela nos deu. Faz-se também com a chamada visão estratégica do executivo e a chamada resiliência do setor privado”, referiu.
No que concerne ao sector transformador, o coordenador Augusto Dembo fez questão de evidenciar a magnificência, em termos de indústria, da Zona Económica Especial, o maior polo industrial do país, com mais de sete mil hectares.
”Hoje, esta província afirma-se também como o novo hub logístico industrial. Temos, aqui, dois activos que são a inveja de qualquer região da África subsaariana. A Zona Económica Especial, o nosso pulmão industrial, e o novo Aeroporto Internacional Dr. António Agostinho Neto, uma infraestrutura que coloca de facto o Icolo e Bengo a apenas algumas horas de distância dos grandes mercados mundiais”, destacou.
No entanto, Augusto Dembo desejou que durante os dois dias desta 6.ª edição do Fórum de Negócios e Conectividade sejam feitas e consolidadas, efectivamente, várias parcerias de negócios.
Em declarações à imprensa, à margem do encontro, o coordenador-geral do Grupo MediaNova manifestou orgulho e satisfação pelos resultados já alcançados desde a primeira edição do fórum.
Por: Flávio da Costa.








