Decreto permite apenas passagem de camiões de carga com o máximo de 40 toneladas, mas alguns camionistas forçam passagem com até 80 toneladas, situação que está a gerar desconforto na ponte da Barra do Kwanza. Associação desencoraja tal comportamento
Alei existe há mais de dez anos, segundo o presidente da Associação dos Transportadores Rodoviários e Mercadorias de Angola (ATROMA), Gavião Neto. A mesma determina que o limite máximo de carga para se passar na ponte da Barra do Kwanza é de 40 toneladas. Entretanto, nunca foi observada.
Em função das consequências que podem resultar na danificação da estrutura da ponte, a nova Direcção do Posto Aduaneiro da Barra do Kwanza está a fazer cumprir a lei que era violada, sem olhar para o dono do veículo. A ATROMA diz estar alinhada com a medida, por considerar que as leis são para serem cumpridas. De acordo com o presidente da Associação, Gavião Neto, o incumprimento das orientações do governo pode deixar de fazer funcionar o trânsito naquele corredor logístico.
Gavião Neto reconhece que há camionistas que tentam forçar a passagem com 50 a 80 toneladas, situação que a associação desencoraja, por entender que “meia dúzia de indivíduos não pode afectar o trânsito”. De acordo ainda com Galvão Neto, a denúncia foi feita; agora, cabe às autoridades competentes fazerem cumprir a lei. A ATROMA tem no terreno equipas que estão a distribuir o Decreto para que quem não tinha conhecimento da mesma possa tomar contacto.
Leia mais em








