A Associação AMAVIDA registou, de Janeiro a Agosto deste ano, mais de 100 casos de agressões contra trabalhadoras do sexo. O Jornal OPAÍS saiu à rua para constatar o dia-a-dia dessas mulheres que relataram um quadro negro à volta da actividade, marcado por medo, vergonha e coragem de resistir na actividade que representa a sua principal fonte de rendimento. A Polícia Nacional confirma os elevados casos de denúncia e assegura tratamento e acompanhamento nos processos, enquanto jurista alerta para o cometimento de crimes para quem alinha na exploração e maustratos deste grupo de mulheres vulneráveis
Já passavam das duas horas da madrugada quando a equipa de reportagem do jornal OPAÍS abordou a Laura, junto à rotunda da Igreja Católica, no Zango-1. Ela não se importava que o nome fosse divulgado assim, por não ser este conhecido como tal pelas pessoas mais próximas.












