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Cidadão que abusou cadáver da cunhada detido em Benguela

Dez meses depois, o Serviço de Investigação Criminal (SIC) deteve um cidadão, de 38 anos, suspeito de ter desenterrado e abusado do cadáver de uma jovem, por sinal, sua cunhada, no Cemitério Municipal da Catumbela. O SIC chegou ao suspeito por via do exame de espermograma e outros vestígios deixados no local do crime

Jornal Opais por Jornal Opais
19 de Junho, 2024
Em Destaque

A detenção foi confirmada ontem, terça-feira, 18, à imprensa, pelo porta-voz do SIC-Beng uela, Francisco Vieira, realçando que o cidadão em causa teria retirado o cadáver da sua cunhada e, em acto contínuo, abusou-o sexualmente.

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De acordo com o responsável, a detenção do suposto autor do crime deveu-se a sequências investigativas levadas a cabo pelo SIC, na base de provas recolhidas por peritos no local da acção delituosa.

“Abriu-se uma investigação à volta desse caso, onde, hoje, culminamos com as investigações. Dizer que o indivíduo foi detido no passado dia 16 de Junho do ano em curso, mediante o competente mandado de detenção”, revelou, ao referir que, feitas as diligências a nível do SIC, o cidadão vai ser encaminhado para o magistrado do Ministério Público.

Depois de ouvi-lo, este, por sua vez, vai fazê-lo presente para o juiz de garantias, a fim de que o processo siga a tramitação normal.

“O que é certo é que há indícios bastantes para formar o corpo de delito e foi detido, e responderá pelo crime que praticou, embora seja presumível autor.

Os factos é que vão demonstrar claramente aquilo que ele cometeu”, disse. Ele admite que tem algum grau de parentesco com a malograda, pois a mulher do presumível autor é irmã da vítima, sendo, desta feita, sua cunhada.

“As motivações que lhe levaram são várias e ele, por si só, deverá aclarar no âmbito do processo, embora nenhuma circunstância possa justificar”, sustenta, realçando que, ainda que ele não vier a dizer a verdade em sede de interrogatório, o processo vai seguir trâmites, porque, segundo sustenta, existem provas suficientes para o responsabilizar. “Foi ele que praticou o facto e vamos seguir. Ele não confessou”.

O jovem incorre nos crimes de atentado contra a integridade de restos mortais e profanação de lugares fúnebres.

Saliente-se que a jovem, de 22 anos na altura, morreu vítima de acidente de viação no dia 8 de Agosto, tendo sido tratada no Hospital Geral de Benguela durante dois dias intensos, e faleceu aos 14 dias do mesmo mês, sendo que o funeral se realizou numa quarta-feira, 16.

Quarenta e oito horas depois, isto é no dia 18 de Agosto, ocorreu o caso de necrofilia (abuso sexual ao cadáver) – segundo dados avançados pela médica legista Maria de Almeida, ao acrescentar que o cadáver da jovem “sofreu lesões provocadas pelo acidente”.

Na altura, a acção, repudiada por vários segmentos sociais, obrigou a que a Organização da Mulher Angola (OMA), braço feminino do MPLA, promovesse uma marcha a apelar ao resgaste dos valores éticos e morais, associada à necessidade do respeito aos mortos e campos santos.

A secretária-geral da OMA, Joana Tomás, tinha considerado inconcebível, tendo, nessa altura, reiterado o compromisso da sua organização feminina para com a defesa de direitos das mulheres.

Enquanto isso, o regedor de Benguela, soba Francisco Tchinduli, associava o comportamento do autor à materialização de determinada imposição de feiticismo.

 

Por: Constantino Eduardo, em Benguela

 

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