As autoridades administrativas na província de Benguela admitem que o ano lectivo 2026/2027 arranca com um défice de professores acima dos sete mil. O director do Gabinete Provincial da Educação, Belin Lopes, revelou, em declarações à imprensa, à margem da reunião ordinária do conselho de auscultação das comunidades, que a cifra atribuída à região, no âmbito do concurso público vigente, na ordem de 523 vagas, constitui como que um “calcanhar de Aquiles”, mas acredita que vá permitir “resolver alguns problemas”
É, oficialmente, aberta hoje, Segunda-feira, 31 de Agosto, em todo o país, a abertura do ano lectivo 2026/2027, cuja cerimónia solene acontece na província do Huambo.
Em Benguela, o ano lectivo surge numa altura em que as autoridades fazem contas à vida face àquilo que chamam de défice de professores.
O sector da Educação, a par do da Saúde, conforme tem admitido o governador provincial, inspira uma atenção especial, mas Manuel Nunes tem deixado garantias de políticas para a inversão do quadro.
Constantino Eduardo, em Benguela





