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Temos atletas que competem descalços por falta de material desportivo”

Mesmo diante de probelmas sociais e financeiros, na província da Huíla, o atletismo vai dando o ar da sua graça nos últimos tempos. Novas iniciativas têm sido implementadas para captar recursos e novos talentos. O governo local também “abraçou” a modalidade. No entanto, melhores dias estão por vir no que toca às infra-estruturas desportivas, segundo o vice- presidente da associação provincial de atletismo da Huíla, Augusto Seku

Jornal Opais por Jornal Opais
17 de Janeiro, 2025
Em Desporto, Destaque

Reza a história, sem esquecer também a província do Huambo, que a cidade do Lubango, província da Huíla, foi um dos “viveiros” mais importantes do atletismo nacional. Nas terras altas da Chela, João Ntyamba, Ana Isabel, e outros nomes do atletismo nacional dos idos anos 80 e 90, foram formados no Lubango e arredores.

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A nova geração conta Francisco Caluve, Ernestina Paulino, Severino Vicente, também passaram pela mesma província e hoje vão dando cartas nas equipas de Luanda. Apesar da condição social e financeira que se atravessa, novos talentos vão sendo captados, segundo o vice-presidente da Associação Provincial de Atletismo da Huíla, Augusto Seku.

Ao jornal O PAÍS, o dirigente desportivo adiantou que a província da Huíla tem enfrentado demasiadas dificuldades financeiras que impactam negativamente tanto na formação de novos talentos quanto na manutenção dos atletas já existentes.

Ainda assim, mostrou-se confiante, embora a situação gere preocupação entre os amantes desta modalidade, os quais testemunham a curta, média ou longa decadência de uma tradição conquistada pela província da Huíla.

Falta de material desportivo

A propósito, o vice-presidente referiu que uma das dificuldades enfrentadas pelos clubes e os atletas da região é a falta de material desportivo. “Temos atletas que competem descalços, porque os clubes não têm condições financeiras para fornecer equipamento necessário.

Em pleno século 21, isso já não deveria existir,” lamentou. Além da escassez de material desportivo, disse que os atletas enfrentam condições sociais precárias que agravam ainda mais o cenário.

“

É difícil ter campeões”

“É difícil ter campeões com marcas excelentes quando as condições são tão adversas,” afirmou o responsável. Augusto Seku apontou que a questão alimentar constitui outro ponto crítico, sendo que muitos atletas não conseguem garantir as três refeições diárias, o que afecta directamente a saúde e performance dos mesmos.

O dirigente afirmou que o seu elenco tem trabalhado «sem mãos a medir» para melhorar essa situação alarmante. Augusto Seko mencionou que estão a ser desenvolvidas iniciativas voltadas para a captação de recursos e apoio institucional. “Estamos comprometidos em reverter esse quadro preocupante,” garantiu o dirigente.

Relativamente às infraestruturas na província, o dirigente destacou que as condições actuais não são das melhores, mas o Governo Provincial da Huíla está dentro do assunto e promete dias melhores.

Augusto Seku sublinhou que as provas têm sido realizadas na Centralidade da Quilemba, na cidade do Lubango, e no Estádio da Tundavala, locais que não oferecem as condições ideais para a prática da modalidade. Entretanto, assegurou que as autoridades reiteraram que brevemente vão colocar uma pista de tartam no Estádio da Tundavala. “Estamos muito mal em ter- mos de infraestruturas.

Os atletas correm em locais impróprios. Muitos têm contraído lesões por conta das condições”, assegurou o responsável. Augusto Seku assinalou que a situação da modalidade no círculo nacional deixa muito a desejar pelas condições que são sobejamente conhecidas.

“No plano nacional precisamos de melhorar muito porque a modalidade só é praticada em quatro províncias, nomeada- mente Luanda, Namibe, Huíla, Benguela e Cuanza-Sul. Isso se deve à falta de massificação”, destacou.

POR:Kiameso Pedro

Jornal Opais

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