Em entrevista exclusiva ao jornal OPAÍS, o ala da Selecção Nacional de futsal e do Nun’Álvares de Portugal, Magno Filipe Gomes “Mano Sele”, de 28 anos, contou como nasceu a paixão pela modalidade. O jogador, que nasceu na Ingombota, mas cresceu no município do Rangel, é de opinião que o futsal precisa de um investimento maior. Mano Sele lembrou o facto de ter sido operado quatro vezes, de forma consecutiva, no joelho esquerdo, por falha médica. O craque angolano também perspectivou a participação da Selecção, às ordens de Franklin Inácio, no Campeonato Africano das Nações (CAN), no Reino de Marrocos, a realizar-se em Abril próximo
Magno Filipe Gomes “Mano Sele” descobriu a paixão pelo futsal aos 12 anos, numa partida de futebol onze, no Rangel, município onde cresceu, promovida pelo projecto social que pertencia a uma instituição bancária. Na altura, o projecto era denominado Logos, onde Mano Sele jogava futebol onze e, contra todas as expectativas, realizou-se um jogo entre a equipa futsal e de futebol onze, que era dirigida pelo mister Toco.
Fruto da qualidade técnica apresentada no jogo nesse jogo, o mister Toco convidou o craque do Rangel, que nasceu no município da Ingombota, em Luanda, a abandonar o futebol onze e abraçar o futsal. Depois daí, Mano Sele (que também treinou futebol onze nas camadas de formação do Interclube) começou a jogar o futsal e nunca mais parou.
Após a transição para o futsal, o jovem jogador sublinhou que não encontrou muitas dificuldades, porque naquela altura era mais técnico do que táctico. Em função disso, Mano Sele revelou que aprendeu simplesmente o básico, que era fazer os cortes normais, que já era um padrão: “Mas eu jogava mais, aplicava mais o meu futebol, que era aplicado sobre talento, que é propriamente o futsal táctico”.
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