Os antigos praticantes e analistas ouvidos por este jornal mostraram- se divididos entre o optimismo quanto ao aumento do número de equipas e o pessimismo face à crónica falta de investimento e ao fraco desempenho das equipas nacionais e do combinado angolano nas competições internacionais
A modalidade de basquetebol feminino, que no passado se afirmou como um dos principais orgulho desportivo da nação, atravessa actualmente um período de crise que exige uma reflexão profunda de todos os agentes desportivos. A selecção angolana, outrora considerada uma referência obrigatória no “Continente Berço”, viu o seu prestígio internacional estagnar após um ciclo dourado marcado pela conquista de títulos africanos e presenças em palcos mundiais.
O percurso de afirmação de Angola nas páginas da modalidade atingiu o seu expoente máximo em 2011, com a conquista do primeiro título continental no Afrobasket realizado em Bamako, República do Mali. Naquela histórica campanha em território maliano, a extrema-poste Nacissela Maurício foi distinguida como a Jogadora Mais Valiosa (MVP), simbolizando a qualidade técnica de um grupo de atletas que marcou uma época.
O elenco de luxo contava com figuras como Sónia Guadalupe, Rosa Gala, Fineza Eusébio, Nadir Manuel, Ngiendula Filipe, Catarina Camufal, Isabel Fernando, Angelina Golome e Clarisse Mpaka, que garantiram a Angola o respeito das potências continentais.
POR: Kiameso Pedro
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