Saxofonistas, guitarristas, amigos, familiares e fãs de Nanutu abraçaram a iniciativa para recordá-lo de forma dignificante, recordando os feitos e a sua longa trajectória de mais de 40 anos, com testemunhos e nostalgia por via da música
Saxofonistas, guitarristas, amigos, familiares e fãs de Nanutu abraçaram a iniciativa para recordá-lo de forma dignificante, recordando os feitos e a sua longa trajectória de mais de 40 anos, com testemunhos e nostalgia por via da música. O evento, organizado pela direcção artística da Banda Maravilha, foi marcado pela informalidade e afecto.
A homenagem a Nanutu, no Espaço Miami Beach, configurou-se como um evento de celebração genuína, onde a falta de ensaios formais foi colmatada por décadas de amizade e mestria musical.
O tributo foi uma expressão viva da continuidade do legado do artista através dos seus pares, um encontro de fraternidade e reconhecimento artístico, movido por testemunhos e legado do malogrado saxofonista.
Ao abrir o palco para a comunidade, a Banda Maravilha, sob o comando de Marito Furtado, assegurou um tributo diverso e rico quanto à própria carreira do músico homenageado. A Banda, que mantém uma residência artística todas as Se gundas-feiras no referido Espaço, decidiu dedicar a sua primeira actuação da semana após o faleci mento de Nanutu a uma celebração da sua vida.
O baterista desta formação artística, Marito Furtado, afirmou à nossa reportagem que a motivação para este merecido tributo residiu na profunda ligação pessoal e profissional entre os membros da banda e o músico, descrito como um “irmão” com quem partilharam décadas de convivência.
O alinhamento da noite começou com a interpretação de temas em blemáticos de Nanutu, evoluindo para um formato de palco aberto onde os presentes puderam contar histórias e recordar momentos vividos com o saxofonista.









