O auditório do Arquivo Nacional de Angola (ANA), em Luanda, foi o palco do encontro realizado na última Quinta-feira, 19, entre o ministro da Cultura, Filipe Zau, e os operários do sector teatral, onde foram debatidos os eixos estruturantes para a sobrevivência das artes cénicas no país, com especial atenção ao teatro
O debate, organizado no âmbito da celebração do Dia Mundial do Teatro, a ser assinalado no dia 27 do corrente mês (próxima Sexta-feira), foi orientado pelo titular da pasta da Cultura, Filipe Zau, e marcou um passo decisivo para a institucionalização e sustentabilidade das artes cénicas no país.
Com a duração de cerca de quatro horas, a conversa focou-se na necessidade urgente de infra-estruturas adequadas, mecanismos transparentes de financiamento e na valorização do teatro como ferramenta de cidadania. Ao intervir na sessão em nome da classe, o presidente da Associação Angolana de Teatro (AAT), Tony Frampênio, destacou o crescimento e a presença da associação em todas as províncias, enfaizando que a organização colectiva é essencial para o diálogo com o Estado.
Frampênio recordou que, historicamente, a classe sobreviveu com pouco apoio, acrescentando que o momento actual exige a criação de políticas públicas que garantam a profissionalização definitiva dos artistas.
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