O ministro da Cultura, Filipe Zau, destacou, esta sexta-feira, a importância da união dos artistas para o fortalecimento do Semba, durante a cerimónia de apresentação pública da candidatura do género musical angolano à lista do Património Cultural Imaterial da Humanidade da junto da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO)
Musseque Segunda
Na ocasião, o governante afirmou que o sucesso da candidatura depende do envolvimento de toda a sociedade e, sobretudo, dos agentes culturais, e apelou ao espírito de cooperação entre os artistas.
Segundo o ministro, o Semba tem vindo a conquistar cada vez mais admiradores dentro e fora de Angola, mas necessita de um maior empenho dos seus intérpretes e promotores para alcançar um reconhecimento internacional ainda mais expressivo. Defendeu, por isso, o abandono de rivalidades e disputas desnecessárias em favor de uma lógica de complementaridade e solidariedade.
“O céu fica mais lindo quando vemos muitas estrelas a brilhar e não apenas uma ou duas isoladamente”, declarou, acrescentando que o Semba será mais valorizado à medida que surgirem mais artistas de referência no panorama nacional e internacional.
De referir que Angola possui actualmente dois elementos reconhecidos pela UNESCO: a cidade histórica de Mbanza Kongo, inscrita como Património Mundial, e o Sona, reconhecido como Património Cultural Imaterial da Humanidade.








