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Casais divididos entre os presentes e a falta de dinheiro

Jorge Fernandes por Jorge Fernandes
14 de Fevereiro, 2023
Em Cultura, Em Cartaz

O Dia de São Valentim, vulgarmente conhecido como Dia dos Namorados, é uma data celebrativa do amor e da amizade, mas também serve para a troca de presentes entre os casais.

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Entretanto, o elevado custo de vida derivado da crise económica pode fazer com que poucos tenham a oportunidade de receber um brinde, por não haver dinheiro

Assinala-se hoje o Dia de São Valentim, o Santo católico que dá nome ao Dia dos Namorados.

A data é celebrada com amor e romantismo mas, acima de tudo, por troca de presentes entre os casais para marcar o momento.

No entanto, as condições não são tão boas, financeiramente, para muitos pares.

Esta é a constatação que vimos no terreno, ou seja, à conversa com alguns jovens namorados, cuja intenção era a de pegar um presente e brindar o seu parceiro ou parceira.

As reclamações derivam dos preços dos artigos expostos em várias bancadas a céu aberto espalhadas pela cidade capital.

“Estou com imensa vontade de presentear a minha parceira, com algo que não fosse apenas um urso, uma maçã do amor, que apesar de serem simbólicas, não justificam o quanto ela representa para mim.

Mas não tenho mais do que isso, porque os preços dos outros artigos não estão ao meu alcance”, justificou.

Luís Alexandre que deambulava pela zona da Camama, no distrito Urbano da Cidade Universitária, disse ainda que apesar de não ter verbas para um presente maior, tudo fará para de monstrar o que sente à sua amada com uma surpresa agradável.

Já Nicha Aguiar revelou que não vai comprar nada por não ter condições de comprar um, mas acredita que deverá receber um bom presente, tendo em conta que nos anteriores não foi diferente.

Questionada sobre o que espera receber, a jovem disse apenas que espera ser surpreendida. “Acho que serei surpreendida. Não sei exactamente o que vou receber, mas acredito que será bom o presente.

Não sou tão exigente quanto ao valor do artigo, desde que me seja dado por amor e de coração sincero, já vale muito”, apontou a jovem alegando que por não estar a trabalhar não terá condição de retribuir de igual modo.

Data comercial

Entre os nossos interlocutores, encontramos Milton Nascimento, que mal parou para olhar para a oferta de brindes expostos, o interpelamos para saber por que razão prestou atenção aos artigos da dona Guilhermina nos arredores da vila de Cacuaco.

“Na verdade não estou interessado porque não comemoro o Dia dos Namorados.

Na minha visão é mais uma data comercial, para os comerciantes lucrarem.

Vês, ão negócios esporádicos à semelhança do que acontece com o Natal. É por isso que não me diz nada.

Para mim todos os dias são de amor”, aditou.

Embora não fosse esse o mote da nossa reportagem, populares há, que corroboraram da mesma ideia.

No entanto, a questão dos preços associado às dificuldades actuais manifestadas pelos jovens, entre outros factores, estão na base da pouca procura por presentes.

Preços

São vários e diferentes preços pelos acessórios do Dia dos Namorados, como realçou o jovem Lídio Samuel, comerciante da feira provisória montada junto ao passeio da Polícia também nas imediações de Camama, pois, segundo referenciou, a escolha pelo artigo é que determina o preço.

“Nós temos produtos que vão de 5 mil a 26 mil kwanzas. Por exemplo, um cesto para homem composto por três bóxeres, uma máquina de barbear e uma carteira de bolso, custa 12 mil kwanzas, ao passo que para mulher, em que temos uma carteira de mão, um par de sandálias, um urso de peluche, está no valor de 18 mil kwanzas”, explicou o vendedor.

Ténis, gravatas, lingeries, rosas vermelhas, relógios, estojos de manicure e pédicure, t-shirts, calças, saias, bolsas, pochete, gravatas, entre outros, são os acessórios mais vistos nas exposições dos “namorados”, mas há quem mesmo prefira viver o momento na maior intimidade.

Jorge Fernandes

Jorge Fernandes

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