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Anna Joyce e Nelo de Carvalho estreiam-se no Festival Caixa Fado

Os artistas angolanos Ana Joyce e Nelo de Carvalho estão entre as grandes novidades da 7.ª edição do Festival Caixa Fado’24, que acontece no dia 04 de Outubro do ano em curso, no Centro de Conferências de Belas (CCB), em Luanda

Bernardo Pires por Bernardo Pires
4 de Julho, 2024
Em Cultura, Em Cartaz

Além de Ana Joyce e Nelo de Carvalho, que farão a sua estreia a actuar no referido evento, o festival vai contar também com as actuações da artista angolana Yola Semedo (que participa do evento pela terceira vez) e dos fadistas portugueses Kátia Guerreiro, Marco Rodrigues, Sara Correia e António Pinto Bastos (os dois últimos estreiamse no festival).

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Para este ano, o festival, que visa difundir o estilo fado em Angola e atrair cada vez mais apreciadores daquele estilo musical tipicamente português, vai decorrer sob lema “uma mistura de sons e um abraço de culturas”, com o propósito de ser um importante motor de interacção cultural e cooperação artística entre Angola e Portugal.

De acordo com a administradora executiva do Banco Caixa Angola e coordenadora do festival, Ana Bravo Seabra, nesta edição, o festival procura atender aos anseios do público e, por esta razão, traz em cartaz artistas que já tinham passado nas edições anteriores e que marcaram o público de um jeito muito singular e nostálgico.

“Anos após anos, no final de cada evento, nós fazemos um pequeno inquérito de satisfação e ouvimos os desejos dos espectadores e, nesta edição, procuramos atender aos anseios dos nossos espectadores e prometemos que, a par dos anos anteriores, este ano será um festival mais alegre e mais inclusivo”, disse ontem a responsável, em conferência de imprensa realizada numa das unidades hoteleiras da baixa de Luanda.

Ana Bravo Seabra destacou a participação da cantora Yola Semedo, que vai actuar no evento pela terceira vez, por ser a primeira artista angolana a abraçar o desafio de se juntar à organização em promover o fado em território angolano, tendo sido a figura de cartaz na primeira edição do festival, em 2015.

Um palco para fusão de estilos

O presidente do Conselho Executivo (PCE) do Banco Caixa Angola, João Plácido Pires, destacou a importância do festival na promoção do intercâmbio cultural e na troca de experiências entre artistas angolanos e portugueses, referindo que o evento tem propiciado janelas oportunas para que artistas angolanos bebam um pouco da cultura portuguesa e vice-versa.

Optimista e expectante, o PCE mostrou-se confiante na execução da sétima edição, que promete ser memorável e geradora de óptimos resultados no capítulo da interacção artística e intercâmbio entre os dois povos.

“Estamos confiantes de que esta edição será memorável e trará benefícios tangíveis para a organização, mas especialmente para o público, que terá momentos inesquecíveis de intercâmbio cultural”, ressaltou o PCE, em seu discurso de abertura.

Artistas expectantes e optimistas

Presente na conferência de imprensa, a cantora Yola Semedo mostrou-se expectante e entusiasmada em poder voltar a actuar no festival onde já passou por duas vezes, referindo que tem o fado como um dos estilos musicais que tanto aprecia e que também a tem inspirado na sua forma de fazer música. “Desde tenra idade, eu fui habituada a ouvir bons estilos musicais, desde jazz, blue, e o fado também faz parte.

Todas as vezes que tenho a oportunidade de fazer parte de espectáculos como este, como alguém que aprecia o estilo e vai para ouvir, eu considero especial e, por isso, sinto-me entusiasmada e expectante em voltar a me juntar a grandes fadistas portugueses e artistas angolanos, para celebrar este estilo que tanto aprecio”, disse a artista.

Por sua vez, o músico português, Marco Rodrigues, que é também director do festival, reforçou que o evento tem proporcionado um espaço único de mistura de sons e ritmos, representando a combinação de estilos musicais variados, mas que se unem com um único espírito de fado, abraçando a diversidade musical.

O fadista português afirmou que a música é uma linguagem universal carregada de especificidades que está relacionada com cada povo, cada cultura, mas que, acima de tudo, ultrapassa os limites e as barreiras das diferenças culturais, ressaltando que “a música portuguesa tem sido influenciada directamente pelas músicas populares africanas”.

“A música portuguesa é influenciada pela música africana. Acredito que o fado pode ser enriquecido pelos ritmos africanos e viceversa. Portanto, a música é uma linguagem universal, como disse a Yola, é uma linguagem universal, mas que tem uma especificidade em cada um dos povos”, re

Bernardo Pires

Bernardo Pires

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