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Governo prevê destruir bairro do Matadouro e garante ter locais para reassentar os moradores

Jornal Opais por Jornal Opais
3 de Abril, 2023
Em Sem Categoria

O Governo Provincial de Benguela tem em carteira a destruição do bairro do Matadouro, zona E do município sede, para dar lugar ao prolongamento da marginal da Praia Morena até à foz do rio Cavaco, uma empreitada orçada em 700 milhões de kwanzas, conforme dados oficiais. O vice-governador para o sector técnico e infra-estruturas, Adilson Gonçalves, esclareceu, em declarações à imprensa, além de estar em curso a construção de casas, muitos dos moradores vão ser realojados em algumas residências nas três centralidades

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As cerca de 100 famílias que residem neste bairro, sito na orla marítima, descrita como zona de risco devido ao histórico de calemas da costa de Benguela, já foram catalogadas e serão realojadas de acordo com as condições de habitabilidade de cada casa. Da ronda feita por este jornal pelo bairro, foi possível divisar que a maior parte das casas tem já um sinal a indicar possível destruição, ao que seguiu informação prévia a cada morador do bairro adjacente ao Hospital Geral.

Para o realojamento do bairro do Matadouro, o Governo de Benguela garante ter definido residências de três tipologias, designadamente, aqueles cujas casas estejam melhor estruturadas serão instalados nas três centralidades. O segundo cenário é o das casas semi-precárias e o terceiro é o das residências precárias. As famílias que habitam em residências que se enquadram nessas duas categorias, vão ser instaladas em moradias T2, 3 e 4, que estão a ser erguidas na zona de Benguela Sul, nas imediações do novo ISCED, no sentido Baía-Farta/ Benguela, segundo o vice-governador para o sector Técnico e Infra- estruturas, Adilson Gonçalves.

“Já conversamos com as pessoas. Já explicamos qual é o processo que vai ocorrer. Elas estão conscientes de que deverão ser transferidas para uma zona mais segura. Neste momento, estamos a cadastrar os moradores que se encontram no primeiro perímetro (aí onde está o pequeno Brasil, em direcção ao famoso bairro Matadouro). Já estão cadastradas 21 famílias”, disse, tendo referido que, numa primeira fase, a perspectiva é a de retirar de lá pelo menos 30 a 40 famílias.

Por esta altura, estão já concluídas duas casas modelo e melhora-se a acessibilidade à zona, os arruamentos, na perspectiva de dar origem às 80 residências que se prevê construir lá. “O número não vai para lá das 80 casas. Aquela é uma urbanização que prevê chegar até às 300 habitações, para, de forma gradual, nós irmos realojando as pessoas em zonas que estão no perímetro do bairro do Matadouro e os da continuidade”. De salientar que em edições anteriores, este jornal já se tinha referido ao número de casas a ser construída para famílias em zonas de risco.

Moradores do prédio dos Cooperantes sem destino à vista

Em relação aos moradores do prédio dos Cooperantes, cujo clamor foi também reportado na edição de Sexta-feira desta publicação, o vice-governador de Benguela optou por não avançar horizonte temporal para a sua evacuação, tendo reconhecido ser um processo antigo – entretanto, já reactivado – toda- via assegura trabalho para – o mais rapidamente possível – retirar de lá as 400 famílias. “É nossa vontade fazê-lo a qual- quer momento, mas, como sabem, não fazemos as coisas do dia para a noite.

Temos de trabalhar sobre este processo”, disse, que não avança nenhuma zona para o realojamento dos moradores. Além da extensão da marginal da praia Morena, o Governo de Benguela associa a destruição do bairro ao perigo das calemas, por muito próximo da orla marítima. Há muito que o bairro tem vindo a preencher o gráfico da criminlidade. Fontes da Polícia Nacional lembram que o bairro é o maior centro de venda de liamba e o desalojamento pode vir a ser uma mais-valia, no que à segurança diz respeito.

POR: Constantino Eduardo, em Benguela

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