Amélia Carlos Cazalma é professora e foi directora nacional do Ministério do Tu- rismo durante muito tempo, tanto da formação, do intercâmbio internacional e coordenadora do projecto Okavango Zambeze da parte angolana. De acordo com Amélia, o projecto está a andar e, por isso, os frutos são visíveis.
A Agência Nacional para a Gestão da Região de Okavango, fez saber a professora, advém do processo que começou com uma base forte do Kavango Zambeze. Naquela que foi a III edição do RAID Okavango, Amélia Cazalma, que participou no fórum e na visita às áreas de conservação, acompanhada do governador do Cuando-Cubango na altura, antes da I edição, falou de uma evolução muito grande.
“A ANAGERO, além de assegurar o projecto Kavango Zambeze, também trata do desenvolvimento das províncias afectas aos rios da área de conservação em Angola, logo, começa a sua gestão a partir do Huambo e por aí fora. Para mim, os raids são grande processo de avaliação, de conhecimento, de busca do que existe, que é o caso do turismo antropológico”, deixou patente.
Para Amélia, é crucial o processo de verificar, analisar como é que estão as coisas, depois permitir que outros actores de desenvolvimento possam verificar e passar por onde o RAID passou, tendo trazido à tona imagens e os problemas vividos durante o trajecto.












