Sua Majestade Haitham bin Tarik Al Said, Sultão de Omã, chegou, na tarde desta quinta-feira, 17 de Setembro, a Luanda, para uma Visita de Estado de 48 horas, a convite do Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço.
À chegada ao Aeroporto Internacional “4 de Fevereiro”, o Sultão de Omã foi recebido pelo ministro das Relações Exteriores, Téte António, que esteve à frente do Comité de Recepção.
Integraram igualmente o Comité de Recepção o vice-governador da Província de Luanda para o Sector Político e Social, Manuel António Gonçalves; o director para África, Médio Oriente e Organizações Regionais do MIREX, Embaixador Jorge Catarino Cardoso; e o Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário da República de Angola no Sultanato de Omã, com estatuto de não residente, Frederico Manuel dos Santos e Silva Cardoso, entre outros altos funcionários do Ministério das Relações Exteriores.
No âmbito da visita, o Sultão de Omã desloca-se, nesta sexta-feira, ao Palácio Presidencial da Cidade Alta, onde será recebido pelo Presidente João Manuel Gonçalves Lourenço, numa cerimónia que contará com honras militares e 21 salvas de canhão.
O programa prevê ainda um encontro de trabalho entre os dois Chefes de Estado. Após as conversações, será realizada a cerimónia de troca e apresentação dos Acordos entre a República de Angola e o Sultanato de Omã, acto que formalizará novos compromissos de cooperação bilateral.
As relações político-diplomáticas entre Angola e Omã foram estabelecidas a 13 de Dezembro de 2005.
A visita de Estado é apresentada como uma oportunidade para os dois países reforçarem os mecanismos de cooperação bilateral e conferirem novo impulso às relações existentes, com atenção para os domínios de interesse comum.
Durante a visita, os dois Chefes de Estado deverão apreciar o estado das relações entre Angola e Omã e identificar novas oportunidades de cooperação e investimento em sectores com potencial para o aprofundamento da parceria bilateral.
Entre as perspectivas apontadas estão o reforço das relações económicas e comerciais, a diversificação das áreas de cooperação e o estabelecimento de novas parcerias entre instituições e empresas dos dois países.
As conversações entre os dois Chefes de Estado e as delegações ministeriais deverão igualmente contribuir para dar maior expressão aos compromissos assumidos por Angola e Omã e criar condições para uma cooperação mais ampla.
Os dois países têm ainda margem para reforçar os mecanismos de consultas políticas e a coordenação em matérias de interesse comum, sobretudo em questões regionais e internacionais.












