Em entrevista ao jornal OPAÍS, o cineasta angolano, Mariano Bartolomeu, falou da sua carreira e da forma como chegou aos grandes festivais de cinema na Itália e Suíça, após se formar na área em Cuba e nos Estados Unidos da América. De regresso ao país, pretende contribuir para o desenvolvimento do sector com projectos que estão em carteira. Na semana passada, por via de uma mostra de cinema, quatro trabalhos seus foram exibidos no Ateliê Mutamba, no Hotel Globo, em Luanda. Um Lugar limpo y Bien Iluminado, Quem Faz Correr Quim, The Plane e O Contador de Histórias são filmes que produziu há mais de uma década
O cinema angolano passou por vários momentos. Os primeiros passos foram dados no período em que Angola era província ultramarina de Portugal. Que aspectos marcaram essa fase?
Estávamos sob o domínio português.












