José era professor de inglês em Angola, depois de viver vários anos na Zâmbia. Maurício foi secretário de uma escola secundária em Luanda. Os dois angolanos forjados na Educação trabalham agora com obras em Portugal. Um teve o peito rasgado quando descarregava um camião de chapas; o outro vive consciente de que pode encontrar a morte nesse trabalho
O jovem de Benguela, José, chegou a Portugal em Dezembro de 2024 com o plano de conseguir um emprego fisicamente leve e com um salário acima do mínimo nacional.
E assim, de primeira, entrar numa universidade e conciliar com o trabalho. Não foi possível, porque a única porta que se lhe abriu foi a construção civil, uma área em que «nunca pensou que entraria».
Jaime Tabo, Lisboa












