Nos dias que correm, o crime cibernético não tem fronteiras. Afecta pessoas colectivas públicas e privadas. Esta realidade não merece uma resposta isolada. Deve ser internacional.
Os modelos de cooperação engajam os Estados. Impõe se a partilha de informações. As autoridades competentes sabem o que fazer. Criam mecanismos para prevenir, investigar e combater estes crimes. A sociedade internacional está a trabalhar para a união.
Os principais desafios e as novas ameaças constam da agenda dos governos. A estrutura cibernética local, regional e global exige mais atenção. Um eventual ataque, a economia real sofre abalos. Condiciona a vida dos consumidores. Impõe métodos antigos de trabalho.
As longas filas regressam. Torna o processo lento e burocrático. Condiciona a vida de todos nos espaços públicos e privados. Por isso, a cooperação internacional permite identificar redes secretas de cidadãos que pretendem desestabilizar áreas cibernéticas de governos e de organizações internacionais.
Na cidade de Seul, Coreia do Sul, Angola participou no Simpósio Internacional sobre Crimes Cibernéticos. O embaixador angolano em terras sul-coreanas, Sianga Abílio, defendeu uma cooperação coordenada entre os Estados.




