O projecto Twendy, do Instituto Nacional de Apoio às Micro, Pequenas e Médias Empresas (INAPEM), está a desenvolver uma série de projectos ligados ao desenvolvimento da empregabilidade juvenil, com a criação de micro-negócios e startups um pouco por todo o país.
O gestor do projecto Twendy, Evaldo Chindele, disse hoje, na cidade do Lubango, que o projecto que coordena está a ser desenvolvido em três províncias, nomeadamente Huíla, Huambo e Moxico.
Nestas províncias, disse o interlocutor, o projecto Twendy vai beneficiar um total de 500 startups, que serão incubadas e aceleradas, cada uma de acordo com o seu objecto de negócio, à razão de 30 por cada edição do processo.
“No total, nós recebemos, contando as três províncias, mais de 500 candidaturas. Portanto, para cada edição, que normalmente demora um ciclo de oito a 10 semanas, com várias actividades, com destaque para o acompanhamento individual dos mentores, que são os especialistas que dão aquele suporte para garantir que as startups estejam preparadas para receber o seu primeiro financiamento, para cada edição seleccionam-se 30 startups e nós já atingimos mais de 500 Micro, Pequenas e Médias Empresas e startups”, revelou.
Evaldo Chindele disse, por outro lado, que, em cada edição de formação, participam 60 empreendedores das províncias elencadas como prioritárias para o projecto Twendy em todo o território nacional.
Sem adiantar o valor global do projecto, o responsável disse que o mesmo está a ser executado pelo Governo de Angola, através do Ministério do Planeamento, com o suporte financeiro do Banco Africano de Desenvolvimento e da União Europeia.
“Este projecto tem o seu foco na capacitação e na formação das startups. Não consigo mensurar o valor exacto do projecto, mas temos o apoio necessário para poder realizar três edições em simultâneo. Estamos a fazer a edição aqui na província da Huíla, onde estamos a lançar agora; a semana passada lançámos na província do Huambo e, ainda esta semana, vamos também lançar o projecto na província do Moxico. São províncias estratégicas que o projecto está a actuar”, revelou.
POR: João Katombela, na Huíla





