A juventude é a força motriz de qualquer sociedade. É o corolário do desenvolvimento sustentável. A aceleração da economia depende desta franja. Basta os governos criarem políticas públicas de acesso ao primeiro emprego. Neste processo, a formação académica e profissional não deve ser descurada.
As aspirações e ambições só se traduzem em realidade quando estes pressupostos andarem de mãos dadas na teoria e na prática. Nos dias que correm, o mundo vive transformações sociais, políticas, económicas, geopolíticas e tecnológicas. O mercado de trabalho exige competências acima da média. É importante estar preparado.
Em algumas latitudes, a taxa de desemprego é superior à da população adulta. Isto implica o reforço de políticas sociais e económicas locais, regionais e globais. A inserção de jovens na vida pública consolida o futuro de qualquer país. Importa realçar que o continente africano tem a população mais jovem do mundo.
O desafio é colectivo. Com acções concretas, África pode afirmar-se a curto, médio e longo prazo no contexto das nações. Ontem, na abertura do workshop sobre a “Juventude e o primeiro emprego”, o presidente da Assembleia Nacional, Adão de Almeida, referiu que, até 2050, África venha a concentrar a maior força de trabalho jovem do mundo, situação que constitui uma oportunidade sem precedentes.




